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Salvador

Antimachista Social Club reúne convidados para discutir as formas silenciosas do machismo que atravessam pessoas LGBTQIAPN+

Jackson Reis, Januário Mourão e Genilson Coutinho - Foto | Divulgação

Em um cenário de naturalização crescente da violência e de discursos que reforçam desigualdades de gênero, iniciativas que tensionam essas estruturas tornam-se cada vez mais necessárias. É nesse contexto que surge o Antimachista Social Club, movimento que propõe deslocar o debate sobre machismo do campo da opinião para o da prática. Como parte das ações, o movimento realiza seu primeiro encontro online, gratuito e aberto ao público, dia 29 de abril (quarta-feira), o com o tema “Corpos dissidentes e a violência que não se nomeia”, com a presença de Genilson Coutinho e Jackson Reis.

O primeiro encontro pretende lançar luz sobre formas de violência que seguem invisibilizadas por estarem incorporadas ao cotidiano, especialmente aquelas que atravessam pessoas LGBTQIAPN+. A conversa contará com a participação de Genilson Coutinho, militante da comunidade LGBTQIAPN+ e editor-chefe do site Dois Terços, e de Jackson Reis, mestre em Psicogerontologia, gerontólogo e assistente social, com atuação voltada para longevidade e intergeracionalidade. O encontro será mediado por Januário Mourão, idealizador do movimento, e propõe um espaço de escuta e confronto. A ideia é ampliar o entendimento sobre como o machismo opera de forma estrutural, atravessando corpos, identidades e experiências, muitas vezes sem ser reconhecido como violência.

O encontro integra uma agenda mais ampla de mobilização, no qual outros encontros online e presenciais já estão previstos, com o objetivo de ocupar diferentes espaços e aprofundar a discussão sobre comportamento, cultura e responsabilidade coletiva. Ao trazer para o centro da conversa aquilo que ainda não conseguimos nomear, o Antimachista Social Club propõe sair do lugar de espectador e reconhecer o papel de cada um na interrupção dessas estruturas. “A gente foi treinado para reconhecer só o que é extremo, mas o que sustenta o machismo é justamente o que passa despercebido todos os dias. Esse encontro é sobre olhar para aquilo que ninguém está nomeando e, por isso, continua acontecendo”, afirma Januário Mourão.

Confira entrevista com Januário Mourão:

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