A Vinícola Foppa & Ambrosi apresenta ao mercado o dO.MAIN, seu primeiro vinho com Denominação de Origem Vale dos Vinhedos (D.O.V.V.), um marco que simboliza a consolidação da sua trajetória e sua leitura sobre um dos territórios mais emblemáticos do vinho brasileiro.
Mais do que atender a um conjunto de regras, o lançamento representa a maturidade de uma vinícola que construiu sua identidade a partir da experimentação e da liberdade criativa, e que agora traduz esse percurso em um vinho que dialoga diretamente com a origem.
O dO.MAIN nasce como um ponto de encontro entre território e interpretação. De um lado, o Vale dos Vinhedos e sua identidade construída ao longo do tempo; de outro, o domínio técnico e sensorial dos enólogos Lucas Foppa e Ricardo Ambrosi, que imprimem ao vinho uma assinatura própria. O resultado é um rótulo que não apenas respeita sua origem, mas a expressa com identidade. Por isso, ele não acontece por acaso. “Esse vinho não nasce de um ponto de partida, mas de um caminho. A gente passou por diferentes terroirs, estilos e experiências ao longo desses anos, e agora esse repertório encontra o território onde a vinícola está enraizada. O dO.MAIN é muito sobre isso — sobre transformar trajetória em origem”, afirma Lucas Foppa.
Para Ricardo Ambrosi, trabalhar com uma Denominação de Origem exige precisão, mas também interpretação. “Nosso desafio foi respeitar o território sem abrir mão da nossa assinatura. Esse equilíbrio é o que define esse vinho”, complementa.
Ao longo de nove anos, os enólogos Lucas Foppa e Ricardo Ambrosi construíram uma trajetória marcada pela experimentação ousada e pela diversidade de experiências — da vinificação em Napa Valley, na Califórnia, onde a Vinícola Foppa & Ambrosi mantém operação própria, à elaboração em colaboração com a vinícola uruguaia BraccoBosca, passando pela exploração de diferentes terroirs do Rio Grande do Sul, base de todos os seus vinhos brasileiros. É essa soma de repertório técnico e vivência que agora se encontra no território onde a vinícola está enraizada, resultando em um vinho que traduz não apenas origem, mas trajetória.
A escolha pelo nome sintetiza esse conceito. Entre “D.O.” e “domain”, o rótulo sugere o equilíbrio entre pertencimento e domínio técnico — entre aquilo que vem do território e aquilo que é construído pelo olhar de quem elabora.