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Dançarina baiana se apresenta no exterior e reforça importância da dança na educação

Foi aos 2 anos de idade que Bia Moreno, moradora de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, começou a se apaixonar pela dança. Hoje, com 18 anos, ela já se apresentou em diversas competições na Bahia, duas nos Estados Unidos e planeja fazer faculdade de dança na Inglaterra.

A trajetória de Bia reflete o sonho que ela sempre teve de viver da arte, mesmo com as dificuldades de conciliar a rotina da vida pessoal e estudos, com as aulas de dança. Neste sentido, a dançarina contou com o incentivo do colégio, que a incentivava através de projetos socioeducadores envolvendo a dança.

“O colégio Perfil sempre me apoiou à tomar frente dos projetos que envolviam dança durante os anos que estudei lá. Tanto nas gincanas quanto nos anos de Perfil Literário, foi essencial”, comenta Bia.

Esta iniciativa desde cedo foi essencial para Bia encarar a dança como seu objetivo de vida, levando a sério práticas e estudos sobre os exercícios. “Minha história começou com 2 anos na academia de dança que minha mãe fazia aulas de jazz. Eu acompanhava e ficava no meio da aula querendo participar, até que falaram pra eu entrar na turma de baby class do ballet. Daí em diante eu nunca mais parei de dançar”, aponta Bia.

A dançarina baiana já viajou duas vezes para os Estados Unidos para participar como bolsista nos cursos da Joffrey Ballet NYC e no Miami City Ballet. “É sempre muito bom me dedicar e ter conquistas com o que eu amo fazer, e essas experiências foram muito legais”.

Benefícios da dança

Além de ser uma forma de arte, a dança também é um exercício físico que movimenta todo o corpo e possibilita diversos benefícios para a saúde. “A pessoa que dança é capaz de adquirir equilíbrio, noção de espaço, memória, e ter estímulos como, a disciplina, criatividade e musicalidade”, explica o especialista em Medicina Desportiva, Márcio Krauss.

Outro ponto destacado por Márcio é que a dança facilita que crianças e adolescentes tenham contato com exercícios físicos, mesmo não gostando de praticar esportes. “Podemos considerar como uma forma lúdica da criança ter acesso às práticas esportivas, podendo auxiliar na aceleração do metabolismo, no melhoramento do condicionamento físico, no fortalecimento da musculatura, além de trabalhar a flexibilidade, a postura e a consciência corporal”, acrescenta o especialista, que também é Coordenador de Esportes do Grupo Perfil de Educação.

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