Salvador já viu de tudo. Mas, há sete anos, um encontro específico entrou para o calendário afetivo da cidade: o trio de Alok no Circuito Barra-Ondina. No dia 15 de fevereiro, a partir das 18h, o DJ volta à avenida em formato pipoca — sem cordas, sem abadá, aberto ao público — reafirmando a proposta de ocupar o espaço público com música e intensidade.
Serão seis horas de apresentação contínua no coração do Carnaval de Salvador. A promessa não é apenas volume, mas experiência. Ao levar a música eletrônica para um dos maiores carnavais de rua do mundo, Alok cria um contraste curioso: tecnologia sonora em diálogo com percussão, improviso e a vibração quase indomável da Barra.
O tema deste ano, Liberte o Seu Melhor, funciona como ponto de partida simbólico. A ideia é transformar a avenida em território de expressão individual e conexão coletiva — um espaço onde o eletrônico encontra o popular sem apagar a identidade da festa.
Hoje entre os artistas brasileiros mais ouvidos no cenário internacional, o DJ também ajudou a ampliar o alcance digital do Carnaval da Bahia. Em 2025, conteúdos relacionados ao seu trio ultrapassaram 40 milhões de visualizações em Reels, geraram mais de 243 mil interações e alcançaram 5,5 milhões de contas ao redor do mundo. A festa acontece na Barra, mas circula globalmente.

Impacto que vai além do trio elétrico
A relação de Alok com a Bahia não se resume à avenida. Por meio do Instituto Alok, cerca de R$ 2 milhões já foram destinados a projetos no estado, com foco em populações negras e indígenas. O primeiro apoio ocorreu em Canudos, na Vila Esperança, com construção de moradias, melhorias no acesso à água e investimentos em infraestrutura comunitária.
Desde então, outras iniciativas foram implementadas, como suporte educacional em escola quilombola em Ituberá, incentivo à economia criativa em Cachoeira, oficinas de arte ancestral em Salvador, implantação de horta comunitária em Jacobina e projetos de acesso à água potável em comunidades indígenas no sul da Bahia.
É uma atuação que reposiciona o artista para além do espetáculo: a presença na festa se conecta a permanência social no território.

Do maior Réveillon do mundo à folia baiana
Antes de desembarcar em Salvador, Alok esteve à frente do show no Réveillon de Copacabana, evento reconhecido pelo Guinness Book como o maior do mundo, reunindo 2,5 milhões de pessoas. Se no Rio o momento teve dimensão histórica, na Bahia ele assume outra camada simbólica: a da reinvenção constante do Carnaval.
Com participação de Zeeba e patrocínio de marcas como Free Fire Garena, WAAW, Liquid I.V., Ovomaltine e 3 Corações, além de apoio de Estrella Galicia, Red Bull e DIAGEO, o trio reforça a vocação do Circuito Barra-Ondina como palco de experimentação musical em escala global.
Em fevereiro, Salvador muda de ritmo. E quando Alok assume o trio, a cidade não apenas dança — ela amplifica sua própria frequência.
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