A ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Margareth Rodrigues Costa foi uma das presenças de destaque no XVI EBAT – Encontro Baiano da Advocacia Trabalhista, promovido pela Associação Baiana da Advocacia Trabalhista (ABAT), presidida pelo advogado Adriano Palmeira. Recém-empossada na Corte Superior, a magistrada baiana participa do evento para discutir os caminhos do Direito do Trabalho e os desafios contemporâneos da advocacia trabalhista.
Natural de Salvador e com mais de três décadas de trajetória na Justiça do Trabalho, Margareth Rodrigues Costa chega ao TST levando uma história profundamente ligada à magistratura trabalhista baiana. Filha da juíza do trabalho Rosalina Rodrigues, uma das primeiras mulheres a ocupar a magistratura trabalhista no Brasil, a ministra também representa um marco de continuidade e renovação da presença feminina no Judiciário.
Para a ABAT, a participação da ministra no XVI EBAT ganha significado especial justamente por aproximar a advocacia baiana de uma das mais importantes instâncias da Justiça do Trabalho. “Ter a ministra Margareth Rodrigues Costa encerrando o XVI EBAT é motivo de orgulho para toda a advocacia trabalhista baiana. Ela representa a força da nossa magistratura, uma trajetória construída com competência e compromisso com a Justiça do Trabalho e, agora no TST, leva também a voz e a experiência da Bahia para um espaço de grande relevância nacional”, afirma Adriano Palmeira.
Em seu painel, Margareth abordou temas relacionados ao Direito do Trabalho e à advocacia, em uma conversa que deverá reunir sua experiência como magistrada de carreira e os desafios atuais enfrentados por profissionais que atuam na área. Sua chegada ao TST também amplia a representatividade da Bahia na Corte e reforça a importância da participação feminina nos espaços de decisão do Judiciário. “A presença da ministra também traduz o espírito deste EBAT, que é olhar para o futuro da advocacia sem perder de vista a história que nos trouxe até aqui. É muito simbólico que uma baiana, com uma trajetória tão sólida na Justiça do Trabalho, esteja conosco neste momento de celebração dos 50 anos da ABAT”, acrescenta Adriano.
Empossada em maio de 2026, Margareth passou a integrar a Sétima Turma e a Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do TST. Sua chegada elevou para sete o número de mulheres na composição da Corte e a tornou a 12ª mulher a integrar a história do Tribunal entre os 158 ministros que já passaram ou atualmente integram a instituição. A participação da ministra encerra a programação do XVI EBAT em sintonia com a proposta do encontro, que celebra cinco décadas da ABAT ao mesmo tempo em que promove uma reflexão sobre as transformações do mundo do trabalho, da Justiça e da própria advocacia.