A Michael Kors apresenta sua nova coleção de relógios, reforçando o brilho como um dos principais códigos da temporada. Em sintonia com a valorização dos acessórios como protagonistas do styling, a marca propõe modelos que vão além da função utilitária e se consolidam como peças-chave na construção de imagem.
A coleção dialoga com movimentos recentes das passarelas, que resgatam o glamour em novas proporções, seja pelo uso de superfícies luminosas, aplicações de cristais ou releituras de volumes clássicos. Nesse contexto, o relógio surge como um ponto de luz estratégico, capaz de elevar produções minimalistas ou potencializar composições maximalistas.



“Explorando o contraste entre brilho e forma, cada detalhe é pensado para gerar presença sem esforço. O pulso se torna um território de design e luz, com peças que se impõem com sofisticação e atitude própria”, comenta Laura Guedes Goretti, diretora de marketing de relógios da Michael Kors no Brasil.
A linha Lexington traduz esse direcionamento ao explorar diferentes intensidades de brilho, um recurso recorrente no styling contemporâneo. Mostradores em pavê, aplicações de cristais e versões com pedra natural adicionam profundidade e textura, enquanto os tamanhos menores acompanham a tendência de proporções mais compactas, em alta na joalheria e nos acessórios.



A aproximação com o universo da joalheria, outro eixo forte da moda atual, se materializa em modelos como Maude e MK Chain Lock. Maude aposta na caixa oval e na construção em bracelete, criando um efeito contínuo que remete à alta joalheria. Já o MK Chain Lock incorpora a estética das correntes, tendência consolidada que transita entre o urbano e o sofisticado, com elos marcantes e o logotipo como elemento de identidade visual.
Nos modelos Lennox e Gwynn, o brilho assume protagonismo absoluto, alinhado à estética “high shine”, cada vez mais presente tanto no ready-to-wear quanto nos acessórios. Superfícies cravejadas e acabamentos luminosos resultam em peças de impacto imediato, ideais para composições que exploram contraste e pontos de destaque.
Em contraponto, linhas como Essex e Darrington dialogam com o retorno das formas geométricas e estruturadas. Caixas retangulares, materiais texturizados e o animal print evocam referências clássicas, reinterpretadas sob uma ótica contemporânea, movimento alinhado à revisitação de códigos vintage.
Já Mini Pyper e Melissa seguem na direção oposta, acompanhando a tendência de delicadeza e leveza. Com design enxuto e proporções reduzidas, os modelos se inserem na estética do “quiet luxury”, funcionando como complementos sutis, porém sofisticados, para o dia a dia.
Ao articular brilho, forma e textura em um discurso coeso, a Michael Kors reforça o relógio como um acessório de moda completo, capaz de transitar entre diferentes estilos e desempenhar um papel ativo na narrativa visual contemporânea.




















