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Saúde

Cresce número de mulheres que congelam óvulos no Brasil

A pandemia provocada pelo coronavírus trouxe muitas consequências para a vida das pessoas em todo o mundo. Hábitos tiveram de ser alterados e planos também, entre eles, os planos de aumentar a família. Um artigo da revista norte americana Time mostrou que por conta da pandemia, cresceu em 50% nos Estados Unidos, o número de congelamentos de óvulos em comparação com 2019 e 2020. No Brasil, estima-se que o crescimento tenha sido semelhante.

Entre 2018 e 2019, essa taxa já havia crescido 11% para congelamentos de óvulos, segundo levantamento anual do Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio), produzido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA. Tendo em vista todo esse cenário, o IVI Salvador acaba de lançar o Guia “Preservação da Fertilidade – Eu decido quando”, que está disponível gratuitamente através do site da clínica.

“Não só a pandemia contribuiu para esse aumento no congelamento de óvulos. São diversas as motivações e no dia a dia do consultório a gente tem esse feed back através das consultas com os pacientes”, explica a Dra. Genevieve Coelho, Diretora Médica do IVI Salvador. O congelamento de óvulos oferece à mulher a possibilidade de escolher com mais critério e conforto, o melhor momento para ser mãe. Muitas resolveram postergar agora, por causa do cenário da COVID-19. Muitas mulheres se assustaram em levar adiante uma gravidez em um momento tão cheio de incertezas. Mas as causas para aderir ao congelamento são diversas.

Mulheres precisam se atentar ao fator idade. Esse era, até um tempo atrás, o principal gatilho para congelamento. Mulheres a partir dos 35 anos sofrem uma redução considerável da capacidade de gestação natural. “Para mulheres que estão buscando sua liberdade financeira ou estão ocupando cargos altos no mercado de trabalho e resolveram postergar a gestação, o congelamento é a saída mais indicada para assegurar as chances quando chegar o momento”, conta a médica.

Além da idade e da pandemia, muitas mulheres optam pelo congelamento de óvulos quando identificadas com algum tipo de câncer, ou endometriose, para assegurar que no futuro, após a cirurgia, possam ter a sua fertilidade preservada.

Qualquer mulher maior de idade pode criopreservar seus óvulos. Na temperatura de -196ºC, os gametas mantêm seu metabolismo completamente inativado, sem que percam sua viabilidade e potencial de desenvolvimento. Os médicos realizam uso de medicamentos para estimular a ovulação e sincronizam o momento certo para coletar o maior número possível de óvulos.

Depois de congelados, os óvulos mantêm a qualidade original de quando foram vitrificados; até que chegue a hora tão aguardada, da gestação.

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