A Allergan Aesthetics, uma empresa AbbVie (NYSE: ABBV), anuncia que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso de BOTOX® (toxina botulínica A) para a melhora da aparência do músculo platisma quando observado em contração máxima – condição que pode gerar incômodo estético na região do pescoço e da mandíbula, com possível impacto emocional.
O platisma é um músculo superficial localizado no pescoço e na porção inferior do rosto responsável por parte da expressão facial. Ele atua como o maior depressor do terço médio e inferior da face. Com o envelhecimento ou em decorrência de alterações funcionais, pode apresentar flacidez, bandas verticais visíveis, hipertonia (aumento anormal do tônus muscular), espasmos ou assimetrias, afetando o contorno cervical e mandibular.
Em determinadas situações, essas mudanças podem provocar sensação de tensão na região e, mais raramente, estar associadas a condições neuromusculares. Nesses casos, recomenda-se avaliação de profissional de saúde habilitado(a), especialmente quando os sinais são persistentes ou surgem de forma repentina.
O tratamento com BOTOX®, cujo componente ativo é a neurotoxina botulínica A, produzida pela bactéria Clostridium botulinum tipo A, age de maneira localizada ao bloquear temporariamente a liberação de acetilcolina nos terminais nervosos colinérgicos pré-sinápticos (substância envolvida na transmissão da mensagem para contrair do nervo para o músculo), levando à diminuição da atividade muscular. “A aprovação para aplicação no platisma é resultado de pesquisa contínua e inovação voltadas à saúde e ao autocuidado. Para o mercado, essa novaindicação amplia alternativas terapêuticas e contribui para a evolução dos cuidados estéticos. Para pacientes, representa uma solução segura e eficaz, com o legado de décadas de atuação da Allergan Aesthetics no mercado, com potencial impacto positivo na qualidade de vida”, afirma Fabio Crema, diretor médico da Allergan Aesthetics no Brasil.
Nos estudos clínicos de Fase III, o medicamento foi bem tolerado e demonstrou perfil consistente ao já estabelecido em outras indicações estéticas. A avaliação incluiu ensaios duplo-cegos, controlados por placebo, voltados à redução da proeminência das bandas platismais. Também foram analisados até quatro ciclos de aplicação, incluindo três sessões adicionais em estudo de extensão aberto com participantes previamente tratados5.
Alterações nessa musculatura vão além de uma questão estética. A perda de definição da linha da mandíbula e as linhas verticais no pescoço, também conhecidas como bandas, podem influenciar a autoestima, a percepção da própria imagem e o bem-estar emocional. Por isso, avaliação e abordagem especializadas, com análise englobando face e pescoço, de modo a unificar os resultados, são fundamentais.