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Saúde

Desmistificando a doença celíaca: mitos e verdades sobre o glúten

Foto | Divulgação

Celebrado em 16 de maio, o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Celíaca tem como objetivo informar a população sobre essa condição autoimune que atinge cerca de 1% da população mundial, segundo a Federação Internacional das Associações de Celíacos (AOECS). No Brasil, estima-se que aproximadamente 2 milhões de pessoas convivam com a doença, embora a maioria ainda não tenha diagnóstico confirmado. O desconhecimento sobre o tema e os inúmeros mitos em torno do glúten dificultam o diagnóstico e levam muitas pessoas a adotarem dietas restritivas sem necessidade.

Para esclarecer essas questões, a nutricionista funcional Carolina Dias, fundadora da CD Clinique e referência em emagrecimento saudável, reforça a importância de diferenciar fatos e crenças em torno do glúten. “A doença celíaca é uma condição séria e permanente. Quando uma pessoa com essa condição consome glúten, seu sistema imunológico reage de forma anormal, provocando inflamação e danos na mucosa do intestino delgado, o que pode comprometer a absorção de nutrientes”, explica.

Entre os sintomas mais comuns da doença celíaca estão diarreia crônica, distensão abdominal, dor abdominal, fadiga, anemia e perda de peso. No entanto, em muitos casos, os sinais podem ser leves ou até ausentes, dificultando a identificação da doença. “Existe também a forma silenciosa da doença celíaca, em que o intestino está sendo danificado mesmo sem sintomas evidentes. Por isso, o diagnóstico deve ser feito com exames laboratoriais e, em alguns casos, biópsia do intestino”, orienta Carolina.

Estudos recentes publicados em revistas como Gastroenterology e The Lancet reforçam a importância da detecção precoce da doença, principalmente em pessoas com predisposição genética, como parentes de primeiro grau de celíacos ou portadores de outras doenças autoimunes. 

Apesar de todo o alarde em torno do glúten, Carolina reforça que ele não é um vilão para a maioria das pessoas. “O glúten só deve ser evitado por quem tem doença celíaca, alergia ao trigo ou sensibilidade não celíaca. Fora isso, não há benefício em retirá-lo da alimentação”, afirma.

Ela explica que, ao cortar o glúten por conta própria, a pessoa pode acabar restringindo alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais, especialmente se recorrer a produtos ultraprocessados “gluten free”, que muitas vezes são pobres em nutrientes e mais calóricos. “Além disso, quando alguém elimina o glúten da dieta sem diagnóstico, os exames laboratoriais podem dar resultados falsamente negativos, dificultando o diagnóstico da doença celíaca”, alerta a nutricionista.

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