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Cinema

Crítica – Oppenheimer

Todo filme novo de Christopher Nolan já carrega uma aura de “genialidade”, principalmente pelos ardorosos fãs do cineasta. Depois do fraquíssimo “Tenet”, ele apostou todas as fichas em “Oppenheimer”, biografia que conta a história do personagem título, criador da bomba atômica. Como todo filme dele, esse tem as “extravagâncias” como: filmar em película para ser exibido em telas Imax – aqui em Salvador, só tem no UCI Shopping da Bahia – e em apenas 57 dias ele gravou as 3h de filme. Mas será que valeu a pena?

Vamos ao spoiler: Sim, valeu. Oppenheimer é, como cinema, uma obra prima técnica. A fotografia, o som (é brilhante a gente ver a explosão e, só depois de alguns segundos, ouvir o estrondo, como é na “vida real”), a direção de Nolan, as atuações. Nada está fora do lugar.

Na fotografia, o longa se diferencia com cenas preto, principalmente quando estamos sob o ponto de vista do membro fundador do Conselho de Energia Atômica Lewis Strauss (Robert Downey Jr.) e colorido, já na visão de Oppenheimer (Cillian Murphy). Isso revela um pouco das personalidades dos dois personagens, ainda mais com as brilhantes atuações dos dois atores. Além de Matt Damon, como coronel Groves. Nolan abusou ainda de participações especiais nesse longa. Segue a lista e veja se você consegue ver todos na tela: Kenneth Branagh (esse é o mais destacado), Jack Quaid (“The Boys”), Rami Malek, Casey Affleck e Gary Oldman.

É importante ressaltar que essa biografia é basicamente dois “julgamentos”. Um do personagem Lewis Strauss e, outro, de Oppenheimer. E aí vamos para vários flashbacks que focam a partir de quando ele entra na faculdade, e começa a sonhar com estrelas, explosões – em um momento que se assemelha a “Árvore da Vida”, de Terrence Malick.

Claro que, como o filme se passa nas décadas de 30 a 50, com comunismo, socialismo, fascismo, nazismo, guerra, bomba atômica, bomba H, guerra fria etc, é preciso ficar atento aos diálogos. Os diálogos, às vezes, são bem expositivos, já em outras vezes, é preciso pensar um pouco para saber o que está acontecendo e entender a gravidade da conversa.

Com 3 horas de projeção, “Oppenheimer” é um cinemão à moda antiga, no melhor sentido da palavra.

Oppenheimer
8 /10
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