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Saúde

Cannabis Medicinal é importante aliada no tratamento do câncer de mama

Foto | Divulgação

Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), cerca de 66 mil novos casos de câncer de mama foram diagnosticados por ano no último triênio (2020-2022) no Brasil. Isso representa uma taxa de 44 casos a cada 100 mil mulheres. No mundo, são cerca de 2 milhões de novos diagnósticos por ano. Apesar de ser uma informação pouco difundida, a doença pode atingir tanto homens quanto mulheres – a incidência, no entanto, é muito maior no público feminino.

Com intuito de informar, um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama foi criado, e o mês de outubro foi definido como estandarte para esta luta. “Outubro Rosa” é, portanto, uma campanha anual realizada no mundo todo com a intenção de alertar as mulheres e a sociedade em geral sobre o diagnóstico precoce do câncer de mama, o que pode aumentar em mais de 90% as chances de cura do paciente.

A doença é caracterizada por distintos subtipos patológicos e moleculares que apresentam muitos desfechos clínicos, por isso, existem diversos tratamentos, como: cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica. Embora alguns tenham grande sucesso, certos tumores são resistentes às terapias convencionais e um número considerável deles apresentam uma recaída.

Um tratamento relativamente novo – e que se tornou uma alternativa segura e com toxicidade praticamente nula, garantindo a qualidade de vida do paciente – é realizado com a Cannabis Medicinal. Estudos realizados durante a última década comprovam que os canabinoides, componentes ativos da Cannabis Sativa e seus derivados, possuem ação anticancerígena.

“O CBD pode impedir que o tumor continue crescendo e dê metástase, segundo estudo publicado pelo Dr. Sean McAllister¹. No artigo, ele relata descobertas sobre o efeito cumulativo do CBD no bloqueio da proliferação do câncer de mama. Alguns desses estudos indicaram que a substância atua desativando o gene Id-1, responsável por esse tipo de câncer”, pontua a diretora médica da Thronus Medical, Dra. Mariana Maciel.

O THC atua ajudando a diminuir os efeitos colaterais da quimioterapia, como náuseas, vômitos, dores no corpo e trazendo o apetite – algo que o tratamento faz desaparecer. “O bem estar desse paciente deve ser nosso principal objetivo, qualidade de vida é essencial. E o THC permite a melhora de vários incômodos comuns durante o tratamento”, pontua a Dra. Mariana

A utilização desses fármacos só pode ser feita sob prescrição médica. Dosagem e demais orientações devem ser determinadas pelo médico prescritor, que deve manter um acompanhamento contínuo.

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