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Exercícios físicos ajudam no desenvolvimento cognitivo de autistas

Saúde

Exercícios físicos ajudam no desenvolvimento cognitivo de autistas

A prática de exercícios físicos é reconhecida principalmente por proporcionar saúde e qualidade de vida, desde a criança até o idoso. Porém, é preciso falar também sobre a promoção do desenvolvimento cognitivo que a prática de alguma atividade traz consigo, inclusive para as pessoas com transtorno do espectro do autismo (TEA). As práticas motoras são grandes aliadas ao desenvolvimento cognitivo da pessoa com TEA, por conta dos impactos na redução de sintomas, como por exemplo, disfunções executivas e comportamentos repetitivos.

Por causa disso, realizar exercícios físicos regularmente estimula o desenvolvimento de novas células cerebrais dentro do hipocampo, que está diretamente ligado à aprendizagem e a formação de novas memórias. “A liberação de hormônios como a endorfina, que auxilia diretamente na sensação de bem-estar e motivação, torna o indivíduo mais engajado nas atividades e consequentemente, com foco e atenção aumentados”, explica Guilherme Reis, Coordenador Geral da Rede Alpha Fitness.

Assim, o exercício físico se torna uma importante ferramenta que possibilita selecionar diferentes tipos de estratégias e recursos de intervenção no processo terapêutico, proporcionando uma ampliação do repertório motor e cognitivo. Alguns estudos  mostram que crianças que recebem estimulação motora tem obtido melhor desempenho nas funções executivas, tornam-se jovens e adultos com melhor performance no desempenho acadêmico, profissional, bem como no comportamento e nas habilidades sociais.

“É importante lembrar que os exercícios físicos devem ser adequados às características e habilidades da pessoa com autismo, respeitando sempre as limitações que porventura venham a aparecer, bem como estimulando as potencialidades do praticante. Desse modo, o processo ocorre de maneira saudável e mais efetiva”, acrescenta Guilherme. Por isso é tão importante que o profissional de educação física esteja integrado à equipe terapêutica. Além de alinhar objetivos em comum para a pessoa com autismo, ele também dá o suporte aos demais terapeutas, pois o desenvolvimento motor e cognitivo estarão presentes em todos os campos de intervenção.

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