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Literatura

Salvador terá Bienal do Livro em 2020, anuncia prefeito ACM Neto

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O prefeito de Salvador, ACM Neto, anunciou nesta terça-feira, 11, que Salvador vai sediar a Bienal do Livro em 2020. “

“Tenho certeza que a Bahia de Gregório de Matos, João Ubaldo Ribeiro, Jorge Amado, Myrian Fraga e de tantos outros talentos literários vai ficar orgulhosa em receber esse evento que está fora do nosso calendário cultural desde 2013”, afirmou ACM Neto.

Quando sediou o evento, em 2013, ainda no antigo Centro de Convenções, a Bienal do Livro de Salvador reuniu 375 expositores e alcançou 175 mil visitantes, recorde do evento.

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Literatura

Íntriseca lança “Pátria”, livro que vai virar série da HBO

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Bittori e Miren nasceram e cresceram no mesmo povoado do País Basco. Quando jovens, planejaram ser freiras mas acabaram casando e tendo filhos na mesma época — o que ajudou a reforçar ainda mais o elo entre as duas famílias.

De tão unidas, passavam a sensação de que nada seria capaz de colocá-las em campos opostos. Até o marido de Bittori ser morto pelo grupo paramilitar separatista ETA, que atuou na Espanha por meio século. A tensão se espalha pela pequena vila onde vivem e Miren adota uma postura radical depois que um dos seus filhos ingressa na organização considerada terrorista pelos governos espanhol e francês.

A monumental saga dessas duas famílias chega ao Brasil, pela Intrínseca, com status de fenômeno editorial. Lançada em 2016, vendeu mais de um milhão de exemplares em espanhol, foi publicada em 29 países e colecionou prêmios. O romance também vai ganhar adaptação para a TV: será a primeira série original espanhola produzida pela HBO, com estreia prevista para 2020.

Forçada a fugir com os filhos quando o marido é assassinado na porta de casa, Bittori decide retornar ao vilarejo onde morava quando o ETA anuncia o fim da luta armada, em 2011, para acertar as contas com o passado. Ignorando as advertências dos filhos para que superasse o ressentimento e enfrentando a hostilidade dos moradores do lugarejo, ela está disposta a descobrir os detalhes do crime e dar uma resposta à sua própria condenação como pária.

Ao contar a trajetória das duas famílias, a ficção do autor Fernando Aramburu repassa três décadas da realidade do conflito basco e constrói um retrato detalhado de suas ambiguidades e tragédias. Numa narrativa ágil que se alterna entre o passado e o presente, cobrindo três décadas da vida dos personagens, ele explora ao mesmo tempo as marcas do luto dos familiares das vítimas e do sofrimento e motivações dos militantes perseguidos e presos.

Sem apelar para o maniqueísmo, ele revela quão difícil é superar um trauma tão arraigado, enquanto o perdão e a conciliação são essenciais para curar uma comunidade dividida pelo fanatismo e pela violência política.

Pátria fala do nacionalismo e do fanatismo que dividiram um país, mas também mergulha nas relações humanas, e por isso, é uma obra universal. Estão lá as mães devotadas, as picuinhas familiares, os percalços da amizade e do amor, as divergências ideológicas e morais. Assim como na vida, há nesse livro espaço para o drama e para o humor, para o ódio e para o afeto.

Nascido em San Sebastian, em 1959, Fernando Aramburu tem licenciatura em língua e literatura espanholas pela Universidade de Zaragoza. É autor de quatro coletâneas de contos, nove romances e volumes de não ficção, que lhe garantiram prestigiosos prêmios, como o Mario Vargas Llosa e o da Academia Real Espanhola.

Pátria, seu primeiro livro publicado no Brasil, é também seu romance de maior sucesso, publicado em 29 países, vencedor dos prêmios Nacional e da Crítica de Narrativa Castelhana, Euskadi, Strega Europeo, entre outros, e com direitos audiovisuais vendidos para adaptação em série. Aramburu mora na Alemanha desde 1985.

Tradução de Ari Roitman e Paulina Wacht
Páginas: 512
Impresso: R$ 64,90
E-book: R$ 42,90

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Literatura

Sequência de “Os Contos de Aia” chega em novembro às livrarias

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A editora Rocco tem previsão de lançar “Os Testamentos”, sequência do livro “Os Contos de Aia”, de Margaret Atwood, em novembro.

A história do livro vai se passar 15 anos depois o fim de “Os Contos de Aia” – que, na série televisiva, continuou por mais duas temporadas sem utilizar o livro original como guia.

Em “Os Testamentos”, vamos acompanhar três personagens femininas: uma adolescente do Canadá que descobre que nasceu nos EUA; uma jovem que cresceu com os costumes de Gilead e Tia Lydia, personagem já conhecida na série, na qual é vivida por Ann Dowd.

Assim como “Os Contos de Aia”, “Os Testamentos” também já garantiu uma adaptação para série pelo serviço de streamming Hulu.

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Literatura

História da Praia do Forte é relembrada no livro “O Castelo de Wilhelm Hermann”

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A história de Klaus Peters é o ingrediente principal do livro “O castelo de Wilhelm Hermann”, do poeta e escritor paraense Achel Tinoco, cuja segunda edição será lançada no dia 14 de setembro, sábado, no Hotel Via dos Corais, em Praia do Forte.

A obra, editada pela Garimpo (SP), conta a história da família Peters e o sonho do empresário Klaus em construir seu ‘castelo’, transformando a Praia do Forte em um dos mais importantes polos de ecoturismo do mundo. Tudo isso é narrado no decorrer das 317 páginas, divididas em 23 capítulos, levando o leitor a desbravar histórias importantes, delineando um Brasil desconhecido e não registrado em livros.

Proprietário dos principais empreendimentos do balneário baiano, o empresário Klaus Peters foi fundador e presidente da Fundação Garcia D’ávila, responsável pela preservação da Reserva de Sapiranga e pelo ordenamento do vilarejo. Recluso, o descendente de alemães não gostava de dar entrevistas nem de ser filmado ou fotografado – daí a importância da obra de Achel Tinoco, por resgatar a trajetória dessa personalidade, por muitos, desconhecida.

O império se inicia com a chegada do patriarca da família Peters, Martin, no fim do Século XIX. Seu filho, Klaus, nascido no Jardim América, em São Paulo, viajou pelos quatro cantos do mundo, confrontando o passado e o futuro de sua história. Tornou-se um empresário de sucesso, casou-se, teve filhos, descasou-se e casou-se novamente. Em Praia do Forte, ele viveu durante 30 anos, até quase os últimos dias de sua vida.

Mas, sem explicação, resolveu vender tudo o que havia adquirido e foi morar em outro país – Panamá, onde morreu em 2011. Personalidades importantes que fizeram parte da história de Klaus Peters também são citadas na obra de Tinoco. São elas: Oscar Niemeyer, João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, o conde Francisco Matarazzo, Antônio Carlos Magalhães, Wilson Reis Netto, Ronaldo Medie, Carlos Laranjeira, Garcia D’Ávila, dentre outras.  

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