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Literatura

Mariana Ximenes participa de bate-papo sobre Jorge Amado no Fasano

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O Hotel Fasano Salvador receberá a atriz Mariana Ximenes para um bate-papo neste domingo, 11, último dia de programação da 3ª edição Flipelô sobre o romance “A morte de Quincas berro D’Água” do escritor baiano Jorge Amado.

Aberto ao público, o bate-papo será mediado pelo diretor Edvard Passos a partir das 19h30. As entradas serão distribuídas no lobby do Hotel, a partir das 18h30.

O prédio onde hoje funciona o Fasano, e abrigou a primeira sede do Jornal A tarde, serviu como set para as filmagens do longa “A morte e a morte de Quincas Berro D’Água”, dirigido por Sérgio Machado (“Cidade Baixa”), em 2010.

A festa literária deste ano homenageia o poeta Castro Alves até o dia 11 de agosto e conta com uma programação gratuita cheia de literatura, apresentações teatrais, musicais, exposições e rota gastronômica.

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Literatura

Intríseca lança novo livro de Josh Malerman, de “Caixa de Pássaros”

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Lançado em 2015 no Brasil, “Caixa de pássaros” deu origem ao filme Bird Box, estrelado por Sandra Bullock, e colocou o nome de Josh Malerman entre os grandes autores de best-sellers do terror psicológico.

Só no Brasil, o thriller cuja trama gira em torno de um surto provocado por algo que não pode ser visto vendeu nada menos que 230 mil exemplares. Meses antes dessa história eletrizante ganhar uma continuação, chega às lojas, pela Intrínseca, outro suspense com contornos distópicos, assinado pelo escritor americano.

Em “Inspeção”, rapazes vivem confinados em uma realidade artificial, na qual não existem mulheres, com o objetivo de que se transformem em gênios em diversos campos do conhecimento. No alto de uma torre, situada nas entranhas de uma floresta no Michigan, J é um desses 26 meninos trancafiados que só podem ter contato com as outras pessoas que vivem ali. A vida acadêmica é tudo o que conhecem — e tudo o que lhes é mostrado como realidade possível.

Mas J suspeita da existência de algo mais fora dali, para além da torre em que vive, algo que não querem que ele veja. É então que começa a se questionar: qual é o verdadeiro propósito daquele lugar? Por que os alunos não podem sair? E que segredos estão escondendo deles?

Enquanto isso, do outro lado da floresta, em um internato muito parecido com o de J, uma jovem chamada K vem se fazendo as mesmas perguntas. Ao investigar os mistérios por trás de suas estranhas escolas, talvez os dois acabem descobrindo algo que não deveriam.

Autor: Josh Malerman
Tradução: Carolina Selvatici
Gênero: Ficção
416 páginas
Impresso: R$ 49,90
E-book: R$ 34,90

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Literatura

Maria Luiza Maia lança ‘Todos os Nós’, seu segundo livro de poemas

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A poesia se constrói como uma costura, como uma caixa de pensamentos embaralhados que conduz o poeta à paciente atividade de desembaraçá-los e organizá-los em linhas para que o leitor possa se envolver. Foi a partir de emaranhados que a escritora e recém formada em psicologia Maria Luiza Maia costurou Todos os Nós, seu segundo livro de poemas.

O título, publicado pela Editora Penalux, será lançado no dia 1° de setembro (domingo), às 16h, no Seven Wonders Café, localizado na Ondina. O livro reúne, a partir de linhas, tecidos, afetos e pedaços de mulheres, um conjunto de poemas que têm a personagem Clara como principal fio condutor.

Na obra, Maria Luiza tece uma narrativa em verso sobre a vivência da dor e a importância do luto. “A gente é fraco às vezes, e precisamos ser costurados para remendar algum buraco. Penso no livro como uma analogia ao que acontece após passarmos por um relacionamento abusivo. Não sei se todo mundo vai enxergar assim, acho que cada um vai encontrar um processo de recuperação de algo diferente”, explica a autora, que integra uma nova geração de escritores poetas baianos, marcada por publicações de caráter independente e autoral. Em cada poema, Maria é capaz de costurar delicadeza e intensidade, angústia e alento, brinca com opostos e revela sutilmente a singularidade da natureza humana.

Todos os nós se trata de emaranhados “através de poemas sobre, escritos por ou endereçados a Clara. É a costura de uma rede de sustentação para os buracos que se abrem ao longo do tempo e que em algum momento precisam ser costurados novamente”, comenta a autora.

Para além disso, o livro mergulha com leveza no universo da psicanálise, presente desde a criação do título, até a abordagem da condição humana como produto inacabado de um constante recortar e colar. “Não é um livro de psicanálise, mas com certeza a teoria psicanalítica permeia muito minha escrita”.

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Literatura

Livro “Caçadores de Nazistas” é lançado no Brasil

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Ao fim da Segunda Guerra Mundial, quando a derrota do nazismo parecia inevitável, muitos integrantes da cúpula do regime recorreram ao suicídio, a começar pelo próprio Hitler e por Eva Braun, com quem o Führer acabara de se casar.

Joseph Goebbels, ministro da propaganda nazista, e a esposa, Magda, decidiram seguir pelo mesmo caminho — após concluírem o ritual funesto de envenenar os próprios filhos. Mas nem todos os criminosos eram tão proeminentes e visados. Alguns, oficiais de patentes mais baixas, simplesmente se misturaram aos cidadãos comuns. Outros, que se julgavam em maior perigo, fugiram.

Lançado pela Intrínseca, Caçadores de Nazistas coloca em foco a atuação de uma pequena parcela de pessoas que, tanto em cargos oficiais quanto de forma independente, trabalharam a fim de reverter a fuga bem-sucedida desses criminosos de guerra, após os julgamentos de Nuremberg e o início da Guerra Fria. A princípio, esses caçadores eram movidos apenas por vingança, mas logo a história transformou esse objetivo em uma incansável busca por justiça, mesmo quando os países vitoriosos e o resto do mundo se tornavam cada vez mais indiferentes ao destino dos infratores.

Andrew Nagorski detalha dramáticas histórias de caçadores emblemáticos, como Simon Wiesenthal, que criou um centro de documentação para ajudar nas buscas de nazistas foragidos, e Serge Klarsfeld, dedicado a capturar os responsáveis pelas deportações e mortes de judeus na França.

Trata também daqueles que trabalharam longe dos holofotes da imprensa, como os jovens promotores americanos dos tribunais de Nuremberg e Dachau, Benjamin Ferencz e William Denson; o juiz polonês Jan Sehn, que comandou o caso de Rudolf Höss, um dos cabeças do campo de concentração de Auschwitz; e o agente do Mossad Rafi Eitan, que liderou a equipe israelense responsável pela prisão de Adolf Eichmann na Argentina. Obstinados em alcançar êxito na perseguição de criminosos nefastos, esses heróis provaram que, cedo ou tarde, ninguém pode se julgar livre da justiça.

Autor: Andrew Nagorski
Tradução: Berilo Vargas    
Editora: Intrínseca
432 páginas + encarte
Impresso: R$ 59,90
E-book: R$ 39,90

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