Saint-Tropez acorda diferente no verão. Há algo no ar — talvez a brisa salgada, talvez a luz que se filtra entre os pinheiros — que transforma cada gesto em ritual. E é nesse clima de contemplação ensolarada que o Cheval Blanc St-Tropez reabre as portas da sua Maison para uma temporada que promete mais do que descanso: promete um novo capítulo no luxo do autocuidado.

A novidade tem nome: Longeviskin. Um tratamento inédito, desenvolvido em parceria com a Guerlain, que une ciência de ponta à filosofia do bem-estar desacelerado. É a primeira vez que seis tecnologias estéticas avançadas — radiofrequência, LED, microcorrentes, crioterapia, micropeeling e plasma — são reunidas em um único aparelho, desenhado exclusivamente para o spa da Maison. O resultado? Uma coreografia quase invisível de 300 gestos faciais e 200 corporais, que trabalham firmeza, luminosidade, detox e escultura com precisão e gentileza.
Mas o que torna o Longeviskin tão especial não é só a engenharia impecável. É o contexto. É o fato de que tudo acontece ali, entre o som das cigarras e o reflexo do sol no mar, com a expertise de uma marca centenária e a calma de um lugar onde o tempo não corre — ele flutua.
Skincare com alma de destino
O menu de tratamentos do Cheval Blanc não é só técnico — é sensorial. É feito para quem entende que beleza começa no toque, no silêncio, na pausa. O Ultimate Longevity promete renovação celular e fortalecimento da pele. O Radiant Glow entrega aquele viço pós-sol que não precisa de maquiagem. O Pure Perfection limpa de verdade, como se livrasse não só a pele, mas o corpo inteiro dos excessos. E os protocolos corporais, como o Toning Shape ou o Draining Shape, falam sobre leveza — de dentro pra fora.

Cada sessão pode durar uma hora ou mais. Mas o efeito vai além do espelho: é um tipo de beleza que não se mede em antes e depois, e sim em presença.
A beleza do silêncio (e do sal)
Longe das multidões e a poucos minutos da vila de Saint-Tropez, o Cheval Blanc é um lugar onde o luxo não grita. Ele sussurra — nos 30 quartos com varandas perfumadas por pinheiros, na praia privativa onde o mar é só seu, na piscina infinita que parece fundir o céu ao Mediterrâneo. É também lá que fica o La Vague d’Or, restaurante do chef Arnaud Donckele, dono de três estrelas Michelin e de um olhar poético para os sabores da Riviera.

E entre uma taça de vinho rosé e uma caminhada descalça no deck de madeira, o Longeviskin acontece — como um segredo bem guardado da beleza contemporânea. Um que só faz sentido ali, onde tudo é calmo, tudo é claro, tudo é pele.
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