Ana Lúcia Torre volta a Salvador com “Olhos nos Olhos”

Foto | Divulgação

&NewLine;<p>Devido ao grande sucesso das apresentações em Abril&comma; Ana Lucia Torre retorna a Salvador para novas apresentações de &&num;8220&semi;Olhos nos Olhos&&num;8221&semi;&comma; um espetáculo que marca seus 80 anos trazendo em cena a força da palavra&comma; da música e de suas memórias&period; Desta vez as apresentações acontecerão no Teatro Jorge Amado&comma; com sessões dias 16&comma; 17 e 18 de Outubro&period; Os ingressos custam a partir de R&dollar; 60 e estão à venda no <a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;bileto&period;sympla&period;com&period;br&sol;event&sol;119806&quest;&lowbar;gl&equals;1&ast;yh697v&ast;&lowbar;gcl&lowbar;aw&ast;R0NMLjE3Nzc5MzExMTcuQ2owS0NRandqNW1wQmhESkFSSXNBT1ZqQmRwVW52UXhLNDg0dlNmQnlLNXZNajNES2x0ZzdsWUpvQkpGSzhJcXNmNWd3V2lTUzRNbDNta2FBbjlRRUFMd193Y0I&period;&ast;&lowbar;gcl&lowbar;au&ast;NzQ0NTkyODEuMTc3NTQ3OTAzOA&period;&period;&ast;&lowbar;ga&ast;MTE5MTMwNTMxNi4xNzY3NjE1NDM1&ast;&lowbar;ga&lowbar;KXH10SQTZF&ast;czE3Nzc5MzExMTYkbzIzJGcxJHQxNzc3OTMxMTI4JGo0OCRsMCRoMTIyMTAyNDQyNQ&period;&period;" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noreferrer noopener">Sympla<&sol;a> e no local&period;<&sol;p>&NewLine;&NewLine;&NewLine;&NewLine;<p>Sozinha em cena&comma; Ana Lúcia conduz o público por uma experiência cênica intimista e profundamente emocional&comma; em que memória e interpretação se entrelaçam&period; Em vez de cantar&comma; a atriz dá voz falada às canções do compositor consagrado&comma; ressignificando letras que atravessam gerações e revelando novas camadas de sentido&period; <&sol;p>&NewLine;&NewLine;&NewLine;&NewLine;<p>O espetáculo transforma clássicos da música popular brasileira em narrativa teatral&comma; criando uma atmosfera sensível&comma; reflexiva e&comma; ao mesmo tempo&comma; acessível&period; Ao longo da apresentação&comma; o público é convidado a percorrer temas universais que atravessam a obra de Chico e também a trajetória da atriz&colon; os afetos&comma; as perdas&comma; a maternidade&comma; os conflitos sociais&comma; a resistência e a passagem do tempo&period; Canções emblemáticas como &OpenCurlyDoubleQuote;Meu Guri”&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;Beatriz”&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;Geni e o Zepelim”&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;Valsinha”&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;Atrás da Porta” e &OpenCurlyDoubleQuote;Olhos nos Olhos” surgem como fios condutores de um relato que mistura delicadeza&comma; ironia e intensidade dramática&period;<&sol;p>&NewLine;

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