Justiça proíbe biomédicos de realizarem procedimentos invasivos

Foto | Divulgação

&NewLine;<p>A recente decisão da 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região &lpar;TRF-1&rpar;&comma; que manteve a anulação da resolução do Conselho Federal de Biomedicina &lpar;CFBio&rpar; permitindo a realização de procedimentos estéticos invasivos por biomédicos&comma; reacendeu um debate fundamental na área da saúde&colon; quem&comma; de fato&comma; está habilitado para realizar intervenções no corpo humano e quais são os riscos quando esses limites não são respeitados&period;<&sol;p>&NewLine;&NewLine;&NewLine;&NewLine;<p>A resolução permitia a realização de procedimentos como aplicação de toxina botulínica&comma; intradermoterapia&comma; carboxiterapia e laserterapia&period; No entanto&comma; a Justiça entendeu que tais práticas ultrapassam os limites legais da profissão&comma; uma vez que procedimentos invasivos são considerados&comma; por lei&comma; atos privativos de médicos&period;<&sol;p>&NewLine;&NewLine;&NewLine;&NewLine;<p>Para o cirurgião plástico Dr&period; Hugo Sabath&comma; da Clínica Libria&comma; a decisão é um marco importante para reforçar a segurança do paciente&comma; principalmente em um cenário onde a busca por procedimentos estéticos cresce de forma acelerada no Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;&NewLine;&NewLine;&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Existe uma banalização muito grande da estética hoje&period; Muitos procedimentos são vendidos como simples&comma; rápidos e sem risco&comma; mas isso não é verdade&period; Qualquer intervenção que envolva agulhas&comma; cânulas ou energia em camadas mais profundas da pele pode trazer complicações sérias”&comma; explica o especialista&period;<&sol;p>&NewLine;&NewLine;&NewLine;&NewLine;<p>Segundo o médico&comma; o termo &OpenCurlyDoubleQuote;minimamente invasivo” tem contribuído para uma falsa sensação de segurança entre os pacientes&comma; que muitas vezes não compreendem a complexidade envolvida nesses procedimentos&period;<&sol;p>&NewLine;&NewLine;&NewLine;&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Quando falamos em procedimentos invasivos&comma; mesmo que considerados minimamente invasivos&comma; estamos lidando com estruturas importantes do corpo humano&comma; como vasos sanguíneos&comma; nervos e tecidos profundos&period; Um erro técnico pode causar desde deformidades até complicações graves&comma; como necrose ou comprometimento funcional”&comma; alerta Dr&period; Sabath&period;<&sol;p>&NewLine;

Sair da versão mobile