A Loja Casa do Artesanato da Bahia, na Barra, recebeu a visita institucional do Instituto Riachuelo, em uma agenda que marca o fortalecimento da parceria com a Nordestesse no projeto Mãos da Moda. A iniciativa conecta estilistas e grupos artesanais, valorizando saberes manuais tradicionais, promovendo intercâmbios criativos e ampliando oportunidades de geração de renda para associações artesanais do Nordeste.
Participaram da visita Fabíola Guimarães, diretora de Marca e Produto da Riachuelo; Beatriz Falcão, de PR e Marketing da Riachuelo; Luiza Prado, coordenadora de Branding e Relacionamento da Riachuelo; Maurício Galvão, do projeto Mãos da Moda; e Daniela Falcão, CEO da Nordestesse e também integrante do projeto.
”Nós temos um projeto que tem um pilar muito forte de potência brasileira e a gente começa esse projeto na Bahia potencializando a força do artesanato, a força do designer, unindo marcas baianas com a potência de comunidades, de quilombos que fazem desse artesanato essa grande riqueza que a gente tem no Brasil.”, disse a diretora de Marca e Produto da Riachuelo, Fabíola Guimarães.
A visita contempla o acompanhamento do projeto, que reúne seis grupos de estilistas e artesãos da Bahia, em mais uma etapa do desfile que acontecerá no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC), no mês de maio, juntamente com mais uma edição da Feira de Artesanato da Bahia. A iniciativa amplia a visibilidade do trabalho autoral e do artesanato, promovendo um encontro entre criação contemporânea, identidade cultural e mercado.
”A iniciativa Mãos da Moda, fruto da parceria entre o Governo do Estado da Bahia, por meio da SETRE, CFA e Secretaria de Cultura e instituições como Riachuelo, Nordestesse e Boreal, materializa um modelo estratégico baseado no tripé da qualificação, promoção e comercialização. Ao articular grupos produtivos de artesãs com estilistas, a ação promove a valorização das tradições, ao mesmo tempo em que incorpora o design como ferramenta de inovação e inserção competitiva no mercado, ampliando renda e fortalecendo a economia criativa baiana.”, disse o coordenador de fomento ao Artesanato da Bahia, Weslen Moreira.
Para o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Augusto Vasconcelos, iniciativas como essa demonstram o potencial do artesanato baiano quando conectado a estratégias de inovação e mercado. “O artesanato é uma atividade que preserva a cultura e, ao mesmo tempo, gera trabalho e renda para milhares de famílias. O Governo do Estado tem ampliado os investimentos para fortalecer esse setor, criando oportunidades de qualificação, comercialização e visibilidade para os nossos artesãos e artesãs. Parcerias como essa, que aproximam tradição, design e mercado, são fundamentais para valorizar o saber popular e impulsionar a economia criativa da Bahia.”