Durante anos, os grandes eventos esportivos foram território quase exclusivo de bebidas, bancos e marcas de performance. Mas o Rio Open 2026 escancara uma mudança silenciosa, e estratégica, no mapa do patrocínio: o skincare entrou oficialmente no jogo.
Em um torneio disputado sob o verão carioca, onde o público passa horas exposto ao sol, a proteção da pele deixa de ser um cuidado individual e se torna parte da infraestrutura da experiência. É nesse ponto que a presença da Mantecorp Skincare, patrocinadora da edição, funciona como estudo de caso de um movimento maior.
Da recomendação médica à experiência imersiva
O diferencial não está apenas no logotipo estampado, mas na forma como a marca transformou proteção solar em vivência. Ao instalar uma dinâmica com luz UV para mostrar, em tempo real, a cobertura do protetor, a empresa traduz ciência em imagem — e imagem em consciência.
A linha Episol surge nesse contexto como ferramenta prática para um público que vive a experiência ao ar livre. A parceria comercial com a Drogaria Venancio reforça outra tendência clara: encurtar o caminho entre experimentação e compra dentro do próprio evento.
Mas o ponto mais relevante é outro.
O avanço do skincare nos territórios de entretenimento
O que acontece no Rio Open dialoga com um cenário mais amplo: marcas de beleza estão deixando de se comunicar apenas em ambientes tradicionais, como farmácias e redes sociais, para ocupar espaços culturais de alta circulação.
Festivais de música, semanas de moda e competições esportivas passaram a funcionar como laboratórios de experiência sensorial. E há uma lógica clara nisso: calor, exposição prolongada e permanência ao ar livre criam demanda real por proteção solar.
Não é apenas branding. É utilidade.
Beleza como performance
Se atletas falam sobre rendimento, o público começa a entender cuidado com a pele como parte da própria performance pessoal. A narrativa muda: protetor solar deixa de ser prevenção distante e passa a ser ferramenta de bem-estar imediato.
O Rio Open 2026 evidencia esse deslocamento. O skincare sai do discurso técnico e entra no território da experiência compartilhável — visual, testável e socialmente fotografável.
Em um mercado de beleza cada vez mais competitivo, ocupar espaços onde a necessidade é concreta pode ser mais estratégico do que disputar atenção apenas no feed.
E, sob o sol do Rio, a proteção deixou de ser coadjuvante.
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