A blefaroplastia, cirurgia plástica das pálpebras, tornou-se a cirurgia estética mais realizada no mundo, de acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). O procedimento ganhou ainda mais visibilidade após ser adotado por diversas personalidades públicas, reacendendo o debate sobre saúde, estética e bem-estar facial.
Segundo a médica Veruska Maciel, especialista em dermatologia do Núcleo TB, o sucesso da blefaroplastia está diretamente ligado ao impacto que a região dos olhos exerce na aparência global do rosto. “As pálpebras são uma das primeiras áreas a demonstrar sinais do envelhecimento. O excesso de pele, as bolsas de gordura e a flacidez transmitem cansaço e envelhecimento, mesmo em pessoas jovens ou saudáveis”, explica.
O procedimento se tornou o mais realizado no mundo por oferecer resultados visíveis e naturais, sem alterar a identidade facial, além de ser relativamente simples, apresentar alto índice de satisfação e ter uma recuperação mais rápida quando comparado a outras cirurgias estéticas. Outro fator relevante são os benefícios funcionais, já que em muitos casos a blefaroplastia melhora o campo visual comprometido pelo excesso de pele nas pálpebras superiores. “A blefaroplastia não é apenas estética. Em muitos casos, ela devolve conforto visual e melhora a qualidade de vida do paciente”, destaca a médica.
A cirurgia é indicada para homens e mulheres, geralmente a partir dos 30 anos, que apresentam flacidez ou excesso de pele nas pálpebras superiores, bolsas de gordura nas pálpebras inferiores, aparência de olhar cansado ou envelhecido e, em alguns casos, dificuldade visual causada pela queda da pálpebra.
Entre os resultados esperados estão um olhar mais descansado e rejuvenescido, aparência mais leve e harmônica, melhora da autoestima e efeitos duradouros, que podem permanecer por muitos anos. “O objetivo não é mudar o olhar, mas restaurar a aparência natural, respeitando as características do rosto”, reforça a especialista.




















