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Crítica – A Mão Que Balança o Berço

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Crítica – A Mão Que Balança o Berço

Nova versão do suspense homônimo de 1992 protagonizado por Rebecca De Mornay, o novo A Mão Que Balança o Berço sofre por não saber exatamente que história quer contar e por não conseguir manejar a construção do suspense.

Ameaça na residência

A narrativa segue Caitlin (Mary Elizabeth Winstead), uma advogada sobrecarregada com o trabalho e o cuidado com as duas filhas que decide contratar a jovem Polly (Maika Monroe) para cuidar das filhas depois de cuidar de um processo envolvendo o local em que Polly mora. De início a jovem parece se integrar bem à família, se conectando com as filhas de Caitlin, mas logo a advogada começa a sentir que Polly está interferindo demais no cotidiano da casa. Preocupações que o marido dela, Miguel (Raul Castillo), relativiza dizendo que ela pode estar próxima de um episódio de burnout, algo que já tinha acometido Caitlin antes.


A impressão é que o filme ira construir a tensão de forma lenta, aos poucos mostrando como Polly vai mudando de uma jovem aparentemente amável e com dificuldades, para uma manipuladora dissimulada. Vemos como pequenas ações de Polly vão desestabilizando Caitlin e como essas ações inicialmente parecem inocentes ou erros honestos se revelam aos poucos como intencionais. O problema é que esse cozimento lento nunca chega num ponto de fervura intensa, já que mesmo quando Polly se assume explicitamente como ameaça o filme não consegue construir uma tensão que nos deixe à beira da poltrona.

Maika Monroe é eficiente em expor a dubiedade de Polly, aparecendo inicialmente como uma alguém que teve uma vida dura tentando sobreviver e bem intencionada, descamando aos poucos a desfaçatez da personagem até tornar evidente a malícia venenosa que guia suas ações. O texto, porém, não decide o que quer da personagem, deixando-a inconsistente.

Confusão temática

A impressão inicial é que a ameaça de Polly dialoga com questões de classe e certo temor de classes altas de que seus funcionários são ameaças maiores do que qualquer inimigo externo, mas essas ideias de classe não vão a lugar nenhum. O fato de Polly ser lésbica e aparentemente estar “doutrinando” a filha mais velha de Caitlin para ser lésbica também é outra instância em que o filme apresenta noções preconceituosas sem muita nuance, repercutindo preconceitos sobre pessoas LGBT e como elas “contaminam” as pessoas ao seu redor.

Em um dado momento uma revelação sobre o passado de Polly parece reverter a dinâmica entre vítima e algoz, mas logo sabemos desses fatos a partir da perspectiva de Caitlin e tudo caminha para uma moralidade mais complexa e para refletir sobre consequências de abuso na vida das mulheres, pensando em como as duas talvez não precisariam ser inimigas. Nesse momento, porém, o filme parece pensar “ambiguidade moral é difícil, quero fazer isso não” e aí decide que Polly é só uma maluca homicida mesmo e todas as ideias anteriores vão por água abaixo.

É tudo tão bagunçado, que vai para tantas direções sem se comprometer com nenhuma, que cheguei a pensar ser um texto que passou por múltiplos roteiristas, incorporando ideias de várias pessoas sem uma redação final que construísse um todo coeso, mas não, o filme foi escrito por uma pessoa só, o que torna todo esse vai e vem temático ainda pior. Claro, é possível que muitas alterações ou inserções podem ter sido pedidas por produtores ou pela diretora Michelle Garza Cervera, mesmo assim ainda temos apenas uma pessoa construindo o texto e o mínimo que se espera de uma situação é unidade.

Perdido em termos de que história quer contar, apontando para vários temas sem trabalhar nenhum e ineficiente na construção do suspense, o novo A Mão Que Balança o Berço é um remake dispensável.

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