Péri lança o 4º e último volume de suas Canções Flutuantes

Foto | Rafael Nogueira

&NewLine;<p>Está chegando nas plataformas digitais&comma; no dia 07&sol;02&comma; o quarto e último volume da série Canções Flutuantes&comma; do cantor&comma; compositor e poeta Péri&period; Baiano&comma; radicado em São Paulo desde a década de 90&comma; o artista escolheu o mês de fevereiro para lançar seu 14º álbum com as bênçãos de Yemanjá&period;<&sol;p>&NewLine;&NewLine;&NewLine;&NewLine;<p>Péri manteve o formato de todas as edições deste projeto muito especial&comma; com uma expressão mais pessoal em cada canção&comma; gravando em voz e violão&comma; com mixagem e masterização do músico Rodrigo Fonseca &comma; seu sócio no estúdio e produtora Baticum Music&period; Agora&comma; ele fecha o ciclo dos quatro volumes de Canções Flutuantes&comma; compondo uma antologia da sua obra&comma; em quatro décadas de carreira&comma; inspirado nas &&num;8220&semi;Espumas Flutuantes” do poeta também baiano&comma; Castro Alves&comma; e também no livro da poeta russa Marina Tsvetáieva&comma; &&num;8220&semi;Indícios Flutuantes”&period;<&sol;p>&NewLine;&NewLine;&NewLine;&NewLine;<p>&&num;8220&semi;Canções Flutuantes &&num;8211&semi; Vol 4&comma;&nbsp&semi;é&nbsp&semi;o&nbsp&semi;meu&nbsp&semi;14º&nbsp&semi;álbum&period;&nbsp&semi;O projeto final consiste em&nbsp&semi;quatro&nbsp&semi;volumes&comma; que lancei de forma independente&comma; regravando músicas com uma nova leitura e apresentando outras inéditas&comma; com boas parcerias&period;&nbsp&semi;Neste&nbsp&semi;novo volume&comma; são nove&nbsp&semi;canções&comma; todas de&nbsp&semi;minha&nbsp&semi;autoria&colon; Samba Passarinho&comma; O Samba&nbsp&semi;é&nbsp&semi;Bom&comma; A Bola da Vez&comma; Voyeur&comma; Meu Capote Sumiu&comma; Corre Saveiro&comma; Morda Minha Língua&comma; Cavalo Marinho&nbsp&semi;e&nbsp&semi;Só&nbsp&semi;Sei Que Eu Te Amo”&comma; declara Péri&period;<&sol;p>&NewLine;&NewLine;&NewLine;&NewLine;<p>Suas músicas expressam sentimentos&comma; experiências e aprendizados&comma; reminiscências do passado da sua infância&comma; das lembranças afetivas e da saudade das coisas boas na&nbsp&semi;época da pandemia&comma; sua indignação social&comma; o desejo de harmonia&comma; comunhão e união&comma; homenagens a orixás e&nbsp&semi;às suas raízes nordestinas com o sotaque soteropolitano baiano&nbsp&semi;&nbsp&semi;que já&nbsp&semi;atravessou o mundo<strong>&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;&NewLine;&NewLine;&NewLine;<p>Péri também celebra toda a sua subjetividade nas músicas que tem no repertório de cada álbum da sua discografia&comma; gravadas por outros artistas&comma; como Gal Costa e Margareth Menezes&comma; e as que o levaram a ser indicado ao Grammy Latino&comma; finalista do Prêmio da Música Brasileira&comma; Vencedor dos prêmios Troféu Caymmi e Itaú Rumos Cultural&comma; e selecionado para coletâneas pelo selo internacional Putumayo&period;<&sol;p>&NewLine;

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