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Cinema

Crítica – Mussum: O Filmis

Mussum era um dos integrantes mais queridos dos Trapalhões, e que já tinha uma carreira consolidada na música antes de fazer parte da trupe ao lado de Didi, Dedé e Zacarias. Agora vemos toda a trajetória de vida dele em “Mussum – O Filmis”, longa que chega aos cinemas nesta quinta-feira, 2 de novembro.

Na tela, vemos o pequeno Carlinhos (Thawan Lucas) se encantando pela roda de samba de um vizinho, sendo recriminado pela mãe, dona Malvina (Cacau Protásio), que diz que samba é coisa de “vagabundo”. Já na juventude, acompanhamos as desventuras de Mussum (Yuri Marçal) já em um grupo de samba, até chegar no Mussum (Ailton Graça) que conhecemos, tendo que dar conta da família, do grupo Originais do Samba e dos Trapalhões, sempre ajudado por sua mãe (Neusa Borges).

A força do filme, dirigido por Silvio Guindane, está no elenco. Os três atores que encarnam Mussum, as atrizes que interpretam a mãe dele e até os coadjuvantes do Originais do Samba estão excelentes.

O pequeno Thawan mostra toda a inocência do protagonista – e a cena que ele ensina a mãe (Cacau Protasio) a escrever é linda – , já Marçal é a irreverência e Ailton Graça, a maturidade – com uma cena igualmente linda com a mãe, já na pele de Neusa Borges – todos sendo excelentes não só nas cenas cômicas, mas nas que exigem uma carga dramática.

E, apesar de ser um ator espetacular, Gero Camilo soa estranho, mais velho, interpretando Didi em uma época que ele era bem jovem.

Silvio Guindane é uma grande surpresa na direção, dominando a mise en Scène com maestria. Estou curioso para ver mais coisas dele. O roteiro é que é o pecado do longa.

O roteiro, escrito por Paulo Cursino, é eficiente e divertido nos dois primeiros atos, escorregando no terceiro e atropelando a história. A partir do momento que tem um momento de tensão – a ideia de Dedé, Zacarias e Mussum fazerem um filme sem Didi – passa para outra cena no qual, em um telefone, é falado que eles voltaram a se reunir, já caminhando para o final. Também tem uns esquetes dos programas do Trapalhões que acrescentam pouco à trama, servindo mais como um fan service – nem tão interessante assim, já que tem momentos mais inspirados que não foram mostrados.

Final esse, aliás, que sofre do mesmo problema de “Meu Nome é Gal”. Não tem clímax. Mussum (Ailton Graça) faz um discurso para crianças sobre a importância do sonho e o longa acaba, com os letreiros contando alguns fatos sobre o artista.

Apesar disso, “Mussum – O Filmis” é uma bela homenagem a uma pessoa que se destacou tanto na música quanto na tela de tv (e nos cinemas).

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