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Crítica – Duna

Cinema

Crítica – Duna

Um dos filmes mais aguardados no ano pelos fãs de ficção científica é “Duna”. Baseado em um best-seller homônimo escrito por Frank Herbert, o longa já teve uma fraca adaptação em 1984, dirigido pelo cultuado David Lynch. Desta vez, o cargo ficou com o queridinho de Hollywood Denis Villeneuve (de “Blade Runner 2049” e “A Chegada”) e o longa tem estreia nesta quinta-feira, nos cinemas de Salvador.

Primeiro, quero deixar claro que não li o livro. Então, o que vou falar aqui é a obra como um filme – se no livro é igual ou diferente etc, não vem ao caso. E, “Duna”, é um dos longas mais monótonos que já assisti com suas duas horas e meia de projeção (que parecem cinco horas). Quando começou a projeção e vi nos letreiros “Duna – Primeira Parte” já imaginei a enrascada que estava me metendo.

Explicar a sinopse do filme é algo complexo – tanto que o primeiro filme é basicamente toda uma sinopse -, mas vou tentar. Paul Atraides (Timothée Chalamet) é apontado como o “messias” para o povo do planeta Arrakis. Quando sua família, que é indicada para explorar o planeta, é traída, ele e a concubina Lady Jessica (Rebecca Fergunson) devem contar com a ajuda dos Fremens, habitantes de Arrakis, para sobreviverem e… veremos no próximo filme!

É basicamente isso. Ah, e como falei lá em cima, o filme é a “primeira parte”. Não tem fim. Tem uma pausa. É como “O Senhor dos Anéis”. Mas, ao contrário dos filmes de Peter Jackson, que foram filmados juntos e lançados em, vá lá, um curto tempo entre um e outro – um ano -, “Duna 2” ainda está com planejamento de ser filmado em 2022, ou seja, deve ser lançado lá para 2023, 2024 (quando, duvido muito, alguém que assistiu se lembre do que aconteceu).

Apesar da direção certeira do sempre competente Denis Villeneuve, “Duna” peca por um roteiro que pretende ser grandioso – até na música – e épico, mas que acaba se tornando monótono. É um filme denso, mas que a montagem e a trilha sonora elevam a monotonia mais ainda. Todas as cenas contam com uma música que dá um caráter de urgência à conversa, o que torna tudo cansativo. O recurso de câmera lenta é usado de forma abusiva e os diálogos com muitas explicações também não ajudar ao filme a avançar. Confesso que lá com uma hora de filme eu já tava olhando para o relógio para ver se tava perto do fim.

O excepcional elenco se saiu muito bem, mas é subaproveitado, já que o protagonista Timothée Chalamet é um excelente ator, mas aqui não está em seus melhores dias. Jason Momoa, que interpreta um dos militares do Duque Leto Atreides (Oscar Isaac), está sempre se parecendo com o seu personagem mais famoso, o Acquaman.

Oscar Isaac aparece pouco, mas sempre que aparece é um show à parte. Rebecca Fergunson também se sai muito bem, dando um peso a personagem que poucas atrizes conseguiriam. Outros ótimos atores como Javier Barden (que nas duas vezes que aparece, arrebenta) e Zendaya são subaproveitados, já que seus personagens vão ganhar mais destaque apenas quando o próximo filme estrear -sabe-se lá quando.

O visual também é deslumbrante. Desde o figurino até a direção de arte do filme – com algumas naves parecidas com a do filme “A Chegada”. Pena que o roteiro escrito por Jon Spaihts, Denis Villeneuve e Eric Roth não esteja a altura do visual.

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