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Duologia, que será adaptada por Amy Adams, vai ser lançada no Brasil

Literatura

Duologia, que será adaptada por Amy Adams, vai ser lançada no Brasil

Um universo fantástico em florestas sombrias, habitadas por um povo mágico e ancestral, que evita o contato com seres humanos a todo custo – “essas criaturas desprezíveis e destruidoras da natureza”. Willa é um desses seres da natureza, com poderes de se fundir a natureza com sua pele mágica, ela passeia entre os dois mundos, buscando coisas que os humanos não sentirão falta, na calada da noite. Até ela ser ferida por um homem, e descobrir que existem segredos dos líderes da aldeia de seu próprio povo, e que esse respeito pela natureza está ameaçado por aqueles que deviam protegê-la.

A Faro Editorial lança este mês mais uma série juvenil pelo selo MilkShakespeare, do autor best-seller Robert Beatty. “Willa, a garota da Floresta” também vai ganhar uma adaptação para as plataformas de streaming, produzida pela atriz Amy Adams, e a duologia já teve seus direitos de publicação vendidos para Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Espanha, entre muitos outros.

Neste livro, vamos conhecer os Faeran, um povo ancestral, que mora no coração da floresta, que tem o dom de conversar com as arvores e os animais, mas que estão perdendo essa essência e assumindo apenas o papel de ladrões noturnos. O Padaran, chefe do clã, diz que os humanos são cruéis, perigosos, e que sem os furtos das coisas dos humanos, eles não podem sobreviver. Willa sabe disso, afinal os humanos mataram seus pais e sua irmã.

Título: Willa, a garota da Floresta
Nº de páginas: 304
Preço: R$54,90

Mas numa dessas incursões noturnas nas casas dos humanos, ela acaba se ferindo e ficando presa durante o dia em nosso mundo e precisará invocar forças ancestrais para retornar ao lar. É quando uma verdade sobre o que seus líderes fazem e se apresenta como a verdadeira ameaça à sobrevivência de seu povo.

Um livro mágico que vai levantar uma questão necessária sobre a relação dos homens com a natureza, mas que traz reflexões menos maniqueístas sobre o que significa, de fato, preservação: nem todo uso dos bens naturais são ruins, o que precisamos entender é o uso sustentável. E mostra que a natureza é nossa maior aliada, e esse equilíbrio precisa ser mantido.

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