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Cinema

Baseado em contos de Ariano Suassuna, “O Auto da Boa Mentira” ganha trailer

‘O Auto da Boa Mentira’, novo filme de José Eduardo Belmonte (‘Carcereiros: O Filme’, ‘Entre Idas e Vindas’), acaba de ganhar trailer oficial. Baseado nos contos de Ariano Suassuna, o longa trará quatro histórias criadas a partir de frases clássicas do poeta paraibano, radicado no Recife. Com roteiro de João Falcão, Tatiana Maciel e Célio Porto, o filme é uma coprodução da Cine Group com a Globo Filmes e tem sua estreia nos cinemas prevista para abril de 2021.

A primeira história mostra o subgerente de RH Helder (Leandro Hassum), um “zé ninguém” que é confundido com um comediante de sucesso e passa a gostar do mal-entendido. Mas um encontro inesperado com Caetana (Nanda Costa) pode fazê-lo mudar de opinião. Em seguida, conhecemos Fabiano (Renato Góes), um jovem que não acredita em nada, mas fica intrigado quando ouve um mistério circense envolvendo sua mãe (Cássia Kis) e seu pai, morto há anos. Ele precisa da ajuda do palhaço Romeu (Jackson Antunes) e de ter cuidado para não ser feito de palhaço.

O terceiro conto se passa nas areias do Rio de Janeiro e bares do Vidigal, onde Pierce (Chris Mason, de ‘Pretty Little Liars’) é um gringo metido a carioca. Ele inventa que foi assaltado depois de faltar ao aniversário de Zeca (Sérjão Loroza), mas não imagina que a mentira pode chegar ao chefe do tráfico (Jesuíta Barbosa). A última história brinca com uma frase de Suassuna sobre o preconceito sofrido por quem nunca foi à Disney. Nela, a estagiária Lorena (Cacá Ottoni) se sente invisível na empresa de publicidade de Norberto (Luis Miranda), e sonha com o “pseudointelectual” Felipe (Johnny Massaro).

“O Ariano Suassuna tinha uma fascinação por mentirosos, não os que mentiam para prejudicar os outros, mas porque isso mostrava a capacidade de invenção do povo brasileiro diante de adversidades. O filme fala muito sobre os tempos atuais. Um comentário irônico sobre a cultura da mentira na sociedade brasileira”, afirma o diretor José Eduardo Belmonte, que se inspirou em filmes como “Relatos Selvagens” e longas italianos e franceses dos anos 60 e 70.

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