<p>O tie-dye é a grande tendência deste outono… E técnica de tingimento de tecido é um dos destaques do CJ Fashion &#8211; e-commece do Shopping Cidade Jardim, e está presente em coleções de grifes nacionais e internacionais como o Kika Simonsen, Mariana Pentenado, Ulla Johnson, Dannijo, Legstyle, Love Shack Fancy e Cruse.</p>



<p>O tingimento de tecidos conhecido como tie-dye ganhou força nos anos 1960 e 70, mas a técnica data de muito antes disso. Há relatos de mantas de mais de 800 anos encontradas em um nicho arqueológico do Estado de Utah, nos Estados Unidos, por exemplo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://i2.wp.com/bahiasocialvip.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Tie-Dye-Bahia-Social-Vip.jpg?fit=740%2C416" alt="" class="wp-image-15338"/><figcaption>Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p>O tie-dye era um método difundido de decoração têxtil nas zonas andinas e maia. Na América Central, o tingimento era usado para representar a pele escamosa de crocodilos, tartarugas e serpentes.</p>



<p>Ao leste da Índia a técnica também se popularizou no período mongol, entre 1526 a 1858. Chamado de &#8220;Bandhai&#8221; na região do Rajastão o tie-dye da época era feito com bolinhas ou em zigue-zague, e entraram em voga durante o reinado do imperador Jahangir, que gostava de turbantes e faixas bem coloridas.</p>



<p>O movimento hippie resgatou a estampa, que serviu como um símbolo da rejeição de normas sociais estritas impostas à sociedade na década de 1950. Rejeitando a violência, o capitalismo, o materialismo e a uniformidade, a cultura da época pregava amor e compaixão e buscava o individualismo por meio do uso de técnicas de tie-dye em suas roupas.</p>



<p>E eu quero uma peça para chamar de minha.</p>

Tie Dye invade o CJ Fashion

