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Saúde

Immune Vacinas chega a Salvador com diferenciais em vacinação

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Com três anos de experiência no mercado de vacinação humanizada do Ceará, onde mantém 5 unidades, a Immune Vacinas será inaugurada em Salvador na próxima terça-feira, 14 de janeiro, no Salvador Shopping. Focada no atendimento de pacientes de todas as idades – com brinquedoteca temática e exclusiva –, a clínica conta com uma equipe médica e de enfermagem atualizada com o que existe de mais recente em pesquisa e tecnologia na área da imunização.

A unidade da capital baiana, um investimento das sócias Thaís Farias, Juliana Farias, Vânia Lemos e Ana Luíza Pinheiro, mantém o padrão das originais, todas localizadas em grandes shoppings, garantido maior segurança, comodidade e conforto dos clientes. Adotando uma série de procedimentos que atende completamente às normas das portarias municipais e federais, a Immune é um exemplo em controle de qualidade, cadeia de frio, controle de temperatura, higiene e segurança.

Com Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia, a clínica oferece a aplicação das vacinas mais importantes para o paciente, como BCG, Dengue, Tétano, Febre Amarela, Hepatite, Varicela (Catapora), entre outras, do nascimento à terceira idade. Além de oferecer Ambulatório Completo, com serviço completo de Enfermagem, a Immune ainda oferece Planos Programados de Vacinação, Vacinação Escolar, Empresarial e em Condomínio e o Immune Urgente, com equipe médica e de enfermagem disponível para atendimento em casos de reações vacinais.

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Saúde

Casos de acne solar aumentam em 20% no verão, alerta dermatologista Juliana Chieppe

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Com a chegada do verão e consequente aumento das temperaturas, a incidência de doenças de pele como brotoeja, micose, queimadura, câncer de pele e acne solar pode aumentar em até 20%, de acordo com o levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

Segundo relatório, a alta na procura por consultórios de dermatologistas também é marca registrada desse período. Profissional da área, a dermatologista Juliana Chieppe, sócia da Sá e Chieppe Dermatologia e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SDB), explica que os casos de acne solar são principais vilões das peles no verão.

“Acne solar é o surgimento ou a piora da acne após exposição ao sol. Essa doença (acne), que já afeta cerca de 16 milhões de mulheres brasileiras é potencializada com a chegada da estação mais quente do ano. A exposição e calor em excesso estimula as glândulas sebáceas, fazendo com que a pele fique mais oleosa e, consequentemente, cause uma piora da acne”, explica a profissional.

De acordo com Dra. Juliana, a aparência da acne solar consiste em lesões menos inflamatórias, pequenas e que secam mais rápido que as demais. “A acne solar tem uma história de exposição prévia e excessiva, ou contínua, ao sol. Os sinais começam a aparecer poucos dias após a exposição, principalmente no rosto, tronco, colo e nas costas, que são locais com maior produção de sebo”, informa.

A especialista também atribui uma incidência maior da acne solar em peles oleosas, devido à alta tendência da produção de sebo nesse tipo de pele.

Tratamento e prevenção

Semelhante ao tratamento da acne tradicional, o uso de sabonetes e géis específicos também são prescritos em casos de acne solar, pois tem o efeito redutor e controlador na oleosidade da pele. “Apesar do tratamento ser o indicado para acnes em geral, se as lesões forem em grande quantidade e mais inflamatórias, pode ser necessário associar antibiótico oral”, instrui Dra. Juliana, que é também membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

A dermatologista também ressalta a importância da prevenção, evitando a proliferação da acne solar com medidas simples. “Além de evitar a exposição excessiva aos raios solares, principalmente nos horários impróprios, é importante também lavar o rosto com sabonete adequado duas vezes ao dia, não dormir com maquiagem e usar protetor solar com textura leve, oil free ou em gel-creme”, finaliza.

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Saúde

Técnicas da reprodução assistida favorecem o sonho de quem quer ser mãe após os 40

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O sonho de se tornar mãe não é um simples ato de decidir ter um filho. É uma decisão que nasce primeiro no coração. Ser mãe é um anseio natural para muitas mulheres. Mesmo sabendo que isso vai mudar completamente as suas vidas, elas sentem um desejo que só aumenta. Nos últimos tempos, esse desejo tem dividido espaço com outras formas de realização. Inúmeras mulheres têm priorizado estudar e construir carreira. E além de se tornarem independentes, buscam também encontrar um companheiro que possa realmente ser um bom pai. Para elas, a ciência tem caminhado a favor, com técnicas que permitem conversar a fertilidade e postergar o sonho, com grandes chances de efetivá-lo.

Isso porque quando essas mulheres resolvem que chegou a hora de levar adiante o plano de ter filhos, os anos se passaram e o organismo não é mais o mesmo. A fertilidade da mulher tem prazo de validade. As mulheres já nascem com uma quantidade determinada de óvulos, que vão sendo eliminados ao longo dos anos. Além disso, o passar dos anos reduz também a qualidade dos óvulos. Com a ciência apresentando técnicas cada tempo mais modernas, o cenário mudou bastante. Há alguns anos, não era comum ver mulheres sendo mães após passarem dos 35 anos. O mais comum era engravidar na faixa dos 20. Hoje, se tornar mãe quando se atravessa a linha dos 40, já é uma realidade muito viável. E as mulheres viram nesse cenário, a chance de sonhar com a maternidade sem, necessariamente, abdicar da carreira profissional.

“O maior risco de ter um filho após os 35 é o de não conseguir engravidar. Além disso, a mulher nessa faixa etária tem uma dificuldade maior em conseguir manter a gravidez. As taxas de gravidez ectópica (que acontece fora do útero), de aborto espontâneo e de anormalidades cromossômica também aumentam. Outra preocupação a ser levada em conta é que, com o passar dos anos, maiores são as chances de doenças crônicas como pressão alta e diabetes, além de possibilidade de desenvolver diabetes gestacional, pré-eclâmpsia e problemas na placenta. As chances do bebe nascer prematuro e com baixo peso podem ser incluídas nessa lista”, explica Dra. Genevieve Coelho, especialista da IVI Salvador.

Para alcançar o objetivo, são necessários alguns cuidados, e os avanços na reprodução assistida ajudam as mulheres no processo de uma gravidez tardia. Quando ela pretende apenas engravidar com a vida estabilizada, é indicado se planejamento para evitar surpresas. O mais indicado é realizar o congelamento de óvulos. Quando a mulher é mais jovem, os óvulos apresentam uma qualidade melhor. E uma vez congelados, eles podem ser utilizados em uma fertilização a qualquer outro momento, mantendo as características de quando foram colhidos. A tecnologia também é uma grande aliada. Hoje são oferecidos diversos tipos de tratamentos de reprodução assistida para mulheres que têm dificuldade de engravidar.

“A inseminação artificial e a fertilização in vitro (FIV) são indicados para casos em que a mulher apresenta algum problema, seja ele natural ou por conta da idade. Mulheres que estejam buscando engravidar naturalmente há mais de um ano e não conseguem, devem procurar a avaliação de uma especialista. O tratamento escolhido dependerá da causa e da infertilidade. E também variará de acordo com a idade da mulher. Em todos os casos, estar em dia com a saúde e manter uma vida equilibrada é fundamental”, completa a médica.

Mas se tornar mãe após os 35 anos também tem o seu lado bom! Mesmo que do ponto de vista biológico uma mulher de 35 anos não esteja na idade ideal para engravidar, do ponto de vista emocional ela estará no seu melhor momento. De um modo geral, a mulher estará com a vida mais estabilizada e mais amadurecida. Com um emprego mais estável, um salário mais alto e um alicerce mais firme. Além disso, elas possuem uma maior experiência de vida e conhecimento para levarem adiante a missão de cuidar de uma nova vida. Mães tardias, de modo geral, educam de uma forma mais presente, impondo menos castigos e utilizando mais diálogo para formar a criança. Essas atitudes refletem diretamente em um maior bem estar emocional para os filhos.

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Saúde

Villa Forma realiza caminhada ao Bonfim

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“Quem tem fé, vai a pé”. Esta frase tão característica aos admiradores do Padroeiro da Bahia vai embalar mais uma edição do Villa Forma Bonfim, promovido pela academia Villa Forma, no dia 16 de janeiro. A ação é um convite aos alunos e admiradores a irem em direção à colina sagrada, em uma manifestação de fé e saúde.

Os participantes terão a possibilidade de percorrer os 7 kms que ligam as duas basílicas, nas categorias Caminhada (7min/Km), Moderado (6min/k) e Forte (5min/k), sob orientação dos professores Eberte, Iuri e Rey, que fazem parte do equipe da academia. O ponto de encontro, será às 06h, com saída da Igreja de Nossa Senha da Conceição rumo à Basílica do Senhor do Bonfim.

Mais uma vez, parte da renda obtida será destinada em doação às Obras Sociais Irmã Dulce. “Estamos muito felizes em realizar mais essa ação beneficente, em prol das OSID, especialmente neste momento especial que estamos vivendo, com o reconhecimento da primeira santa brasileira. É uma oportunidade de cuidar do corpo, da mente e fazer uma boa ação”, comenta Carol Sousa, empresária à frente da Vila.

Os kits, já à venda na recepção da academia, contemplam camisa e mimos oferecidos pelos parceiros Das Duas, Track & Field, Tia Sônia, Scala, Vitão, Farmô, Ateliê 2, Hotel Catarina Paraguaçu, Scar e Vichy Brasil.

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