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Estilo

Empório Magma vai unir arquiteta Celeste Leão e estilista Luciana Galeão no “Bela Mesa”

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A loja Empório Magma, localizada na Alameda das Espatódeas, vai receber, quinta-feira, 5, a arquiteta Celeste Leão e a estilista Luciana Galeão para apresentarem a nova coleção de jogos americanos e utilitários domésticos desenvolvidos por elas. O evento, que foi batizado de “Bela Mesa”, acontecerá entre 17h e 19h, e reunirá convidados para um bate papo orientado em torno dos processos de criação de Celeste e Luciana, além de um coquetel.

A linha exclusiva de produtos de mesa e decoração nasceu a partir da fusão de experiências da dupla, que uniu referências do design e da arquitetura na criação de produtos multifuncionais, que não se limitam às utilizações costumeiras, apenas acompanhando pratos. No evento, os produtos já estarão disponíveis para comercialização.

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Viagem

Descubra Waitaki: a região secreta de vinhos na Nova Zelândia

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Na Ilha Sul da Nova Zelândia, a região central de Otago é famosa pela produção de alguns dos melhores vinhos da uva Pinot Noir do mundo – e é parada obrigatória para os aficionados pela bebida em visita ao país. O que poucos sabem é que a apenas três horas ao norte, a pequena região Waitaki está conquistando espaço no universo do vinho.

As plantações são relativamente novas e começaram oficialmente em 2001, mas os vinhos que saem dali têm apresentado qualidade excepcional. Os vinhedos se estendem por uma faixa de 75 km e estão margeados de um lado pelo sul do Oceano Pacífico, bem frio, e do outro pelos alpes de picos nevados da Ilha Sul, que protegem as plantações das chuvas.

No Brasil, é possível encontrar rótulos da vinícola premium Ostler Vineyards, pioneira na produção no Vale de Waitaki, de uvas como Pinot Noir, Pinot Gris, Riesling e Gewürztraminer.

A maioria das vinícolas da região são as últimas a realizar a colheita na Nova Zelândia, no final de abril e início de maio. Como as uvas ficam mais tempo na parreira, o sabor fica mais apurado do que os vinhos produzidos em Central Otago. O resultado é um maior nível de acidez, que confere mais frescor, notas de frutas delicadas e uma bebida balanceada.

Além das vinícolas, há diversas atrações turísticas por ali, todas de fácil acesso. Nas Omarama Hot Tubs, é possível curtir um ofurô quentinho com vista para os alpes e céu estrelado durante a noite. Na praia Koekohe, fotógrafos do mundo todo registram as Moeraki Boulders, misteriosas rochas esféricas formadas há milhões de anos que ficam ainda mais incríveis sob a luz do início do dia e do fim da tarde.

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Viagem

Chicago leva viajante a experiências na lendária cena musical da cidade

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Mergulhada em uma rica história da música, Chicago é o berço da house music e do jazz ao estilo de Chicago, que une os sons dos estilos Mississippi Delta e Dixieland para criar um toque único em um gênero bem conhecido.

Por meio de clubes de música contemporânea, locais icônicos e festivais de renome mundial, Chicago é um destino único para os amantes da música. O ano de 2020 foi considerado o “Ano da Música de Chicago” pela prefeita Lori E. Lightfoot e pelo Departamento de Assuntos Culturais e Eventos Especiais para destacar a vibrante e histórica cena musical de Chicago. Ecoando pelas ruas dos bairros únicos da cidade, é possível ouvir sons de hip hop, indie rock, experimental, Latinx, clássico e muito mais.

Bairros musicais de Chicago

Embora haja ótimos locais por toda a cidade, três bairros se destacam por suas dinâmicas cenas musicais: Uptown, Logan Square e Lincoln Park. Das salas de concerto lendárias aos palcos íntimos, o turista encontrará um show para se empolgar em um dos principais bairros de Chicago para os amantes da música.

Conhecido como um paraíso para fazer compras, impressionantes mansões vitorianas e um dos mais antigos zoológicos gratuitos nos Estados Unidos, o Lincoln Park também abriga locais de música incríveis. Os aficionados por música sempre param no clássico e lendário Kingston Mines. 

Este icônico local de blues é conhecido por sua música ininterrupta – há dois palcos e duas bandas que tocam a cada noite, para que nunca haja um momento de tédio. O maior e mais antigo clube de blues em operação contínua da cidade, já recebeu alguns dos grandes nomes: Magic Slim, Koko Taylor, Sugar Blue, Billy Branch, Junior Branch, Joanna Connor e Carl Weathersby, entre outros. Do outro lado da rua, B.L.U.E.S. oferece mais música ao vivo em uma atmosfera íntima.

Você encontrará uma multidão de blues da velha escola quase todas as noites da semana, que se encontram por uma razão: a música. Para bandas independentes e alternativas, o local a ser visitado é o Lincoln Hall. Construído em 1912, este local histórico tem tudo, desde um cinema a uma garagem de automóveis. Hoje, é um dos locais de concertos mais populares no lado norte da cidade. O espaço íntimo rotineiramente reserva uma enorme quantidade de talentos locais promissores, além de shows nacionais.

Culturalmente diversificado, Uptown é um ponto de entretenimento desde os anos vinte. É o lar de alguns dos locais de música mais amados da cidade, além de abrigar um dos clubes de jazz mais antigos de Chicago. Quando o Byline Bank Aragon Ballroom foi construído em 1926, era um dos locais mais elaborados de sua época. Hoje, o interior opulento ainda é impressionante, com mosaicos intrincados, arcos altos e varandas decoradas com ornamentos.

Mas o que está no palco é digno de aplausos – o Aragon hospeda de tudo, de artistas alternativos a estrelas pop como AJR, Galantis e Steve Aoki. Diz a lenda que túneis secretos ligam o porão do Aragon Ballroom ao vizinho Green Mill, um refúgio da época da Proibição e favorito do famoso gangster americano Al Capone. Os convidados ainda podem sentar-se no estande favorito de Capone – é só pedir ao barman para apontar o local. Os habitantes locais amam o Green Mill por seus shows noturnos de jazz que mantêm a música até tarde da noite.

Logan Square é um bairro moderno que os locais adoram por seus bares, galerias de arte, cafeterias e bares. É também onde os visitantes encontram a vanguarda da cena musical local, com locais que não têm medo de destacar bandas sob o radar e sons experimentais. Para ter uma ideia da cena musical, vá para a Milwaukee Avenue. A rua da moda fica movimentada por muito tempo depois do anoitecer. É aí que você encontrará o the Whistler. 

É fácil perder – não há placa, apenas uma janela frontal com instalações de arte rotativas e muitos locais alinhados para shows noturnos. Alguns quarteirões abaixo, você chegará ao Concord Music Hall. Este local de tamanho médio atrai um público jovem e moderno para a formação diversificada de concertos, bandas em turnê nacional e artistas promissores. Em qualquer fim de semana, é possível encontrar vários artistas subindo ao palco, incluindo punk, eletrônica, indie, hip hop, metal e tudo mais. Escondido das multidões da Milwaukee Avenue, o Rosa’s Lounge recebe músicos de blues novos e experientes em seu estágio íntimo. O local é um dos mais queridos da cidade e uma homenagem aos clubes da velha escola onde o blues ao estilo de Chicago nasceu.

Festivais de música de Chicago

A música também vive grande em Chicago, nas ruas dos bairros, nos parques do centro, nos palcos do impressionante Jay Pritzker Pavilion e ao longo da beira do lago no icônico Grant Park. Enquanto o Lollapalooza e o Chicago Blues Festival são os maiores e mais conhecidos festivais de verão da cidade, dezenas de festas acontecem por toda Chicago, entre elas:

A única série de música clássica ao ar livre e gratuita do país, o Grant Park Music Festival é composto pela Grant Park Orchestra, indicada ao Grammy, e pelo premiado Grant Park Chorus. A cada ano, o festival recebe dezenas de shows espetaculares de verão, cada um com diferentes obras de arte clássicas. Pegue um assento perto do Jay Pritzker Pavilion ou se espalhe pelo Great Lawn para um piquenique ao ar livre sob as estrelas (de junho a agosto).

O gênero house music revolucionou a dance music eletrônica em todo o mundo, e o House Music Festival é um festival ao ar livre gratuito que homenageia suas raízes em Chicago. Realizado no Jay Pritzker Pavilion, no Millennium Park, você encontrará uma vitrine de DJs com o festival do ano passado, com apresentações de Mr. A.L.I., Reel People, Tony Humphries, Gene Hunt, Mark Grusane e First Lady. Além disso, confira os shows oficiais após a festa nos locais da cidade (de 21 a 23 de maio).

Lollapalooza

O início da música gospel de Chicago pode traçar sua linhagem até o bairro de Bronzeville. De coros tradicionais e música gospel urbana contemporânea, o 34º Chicago Gospel Music Festival terá apresentações gratuitas de artistas locais e nacionais no Chicago Cultural Center e no Millennium Park (de 26 a 30 de maio).

O Chicago Blues Festival é o maior festival de blues gratuito do mundo e continua sendo o maior dos festivais de música de Chicago. Durante três dias em cinco palcos, mais de 500.000 fãs de blues se reúnem no Millennium Park para provar que Chicago é a “capital mundial do blues”. Os artistas anteriores incluem Bonnie Raitt, Ray Charles, BB King, o falecido Bo Diddley, Buddy Guy, e o falecido Koko Taylor (de 5 a 7 de junho).

Bandas, churrasco e cerveja! A formação de música country neste festival de verão apresenta os melhores artistas do gênero ao longo de três dias. Os grandes nomes do ano passado incluíram Old Dominion, Chris Young e Cole Swindell. Mas isso não é tudo! O Windy City Smokeout is é uma ameaça tripla: conta com alguns dos melhores churrascos dos principais churrasqueiros nacionais, além de cerveja artesanal de cervejarias de todo o país (de 10 a 12 de julho).

Um dos principais festivais de música do mundo faz seu retorno anual ao Grant Park, em Chicago. O Lollapalooza se destaca com os maiores nomes da música em todos os gêneros: hip-hop, eletrônica, reggae, indie, raízes modernas e muito mais, atraindo mais de 400.000 participantes em 2019. As principais atrações do ano passado foram Ariana Grande, Childish Gambino, Twenty One Pilots, the Strokes, Tame Impala, Flume, Chainsmokers e muito mais (de 30 de julho a 2 de agosto).

Construindo uma ponte sobre as gerações de fãs do punk rock por uma década, o Riot Fest se tornou um dos festivais de música mais exclusivos e populares de Chicago. Uma mistura de artistas renomados, como Nine Inch Nails, New Order, Ministry, The Buzzcocks, Queens of the Stone Age e Fishbone, e um carnaval de rock ‘n roll (sim, existem passeios) toma conta do Douglas Park com três dias de música alta, comida local e festividades coloridas – setembro de 2020.

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Decoração

Jardim vertical: tendência sustentável que domina o mundo da decoração

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A vida urbana é intensa e muitas vezes cinza. O verde tão característico do nosso país deu lugar aos arranha-céus, além de muito, mas muito concreto por todos os lados.

Então, para tentar driblar este comportamento tão cosmopolita, o escritório THREE Arquitetura, comandado por Edilza Suzart e Filipe Cady, explica sobre a forte tendência no paisagismo mundial através da presença dos jardins verticais, conhecidas como “paredes verdes”, que estão presentes em diversos países e já provaram que não estão apenas de passagem, mas que vieram para ficar, projetadas com o intuito de encontrar maneiras de aproximar a natureza ao cotidiano do mundo urbano.

Os jardins verticais melhoram a estética da cidade e encantam aos olhos de todos que têm o prazer de admirá-los. Mas suas principais funções são muito mais nobres, pois contribuem para a qualidade de vida no planeta, já que ajudam na redução dos poluentes do entorno, aumentam a umidade do ar e colaboram até na reciclagem de alguns gases tóxicos, entre tantos outros benefícios.

A vida agitada faz com que as pessoas tenham o desejo de ter áreas verdes cada vez mais próximas delas, pois isso acalma e traz leveza para o ambiente. Antigamente, somente quem morava em casas grandes tinha jardim e o mesmo era cuidado por um jardineiro ou outra pessoa encarregada por isso, fazendo com que ele ficasse distante das pessoas.

Atualmente, esse conceito não existe mais, pois, os jardins verticais são a nova tendência de decoração para casas e apartamentos e não precisa de um profissional para cuidar. Eles são formados por uma estrutura onde se aplicam de diferentes maneiras, infinitas possibilidades de combinações de plantas, fixados em muros ou suspensos por suportes instalados na vertical, criando assim painéis verdes com plantas diversas ou plantas em suportes espaçados, sem que haja separação entre elas.

De acordo com a arquiteta e paisagista Edilza Suzart, “cores, tipos de folhas, aromas, texturas entre outras características devem ser observadas para melhor aproveitamento do espaço. Os jardins verticais podem prolongar e aumentar a sensação de aconchego e leveza, e é ideal montar em pequenas áreas, porque ocupa apenas o espaço da parede, não tendo necessidade de ter um ambiente só para a criação de um jardim”.

Para atingir o objetivo de se sentir relaxada com um jardim vertical, é fundamental que a escolha das plantas seja feita de forma correta, para que haja a sintonia perfeita, por isso, o planejamento deve levar em consideração o porte dos vasos, a quantidade de substrato, a insolação e o microclima. O substrato é um fator a ser observado, pois ele garantirá o fornecimento de nutrientes e como consequência, um maior embelezamento das plantas.

Ele deve ser reaplicado periodicamente para garantir uma boa adubação. É também de suma importância que o sistema de drenagem esteja funcionando perfeitamente. Para garantir que tudo está correto, é necessário contar com a expertise de um paisagista profissional, que fará todo o tipo de trabalho, criando harmonia entre as plantas e o lar.

“Se o jardim vertical for de área ensolarada é importante prever um horário diário para a rega ou, se possível, considerar um sistema de irrigação que facilita a preservação das áreas verdes. Em áreas sombreadas, a necessidade de rega é menor e não compromete tanto a sua manutenção. De modo geral, as regas devem ser antes das 10h e após as 16h, mas nunca após o pôr do sol, para evitar o surgimento de fungos e bactérias”, afirma Suzart.

As plantas mais adequadas para áreas de sombra são a Samambaia, Asplênio, Peperômia, Chifre de Veado, Bromélias, Columéia, Singônio e as para áreas de sol pleno são Aspargo Pluma, Russelia, Lambari, Trapoeraba, Orégano, Barba de Serpente e Brilhantina.

Segundo o arquiteto Filipe Cady, “podemos dizer que não existe regras para fazer um jardim vertical e sim inspirações que podem ou não se encaixar dentro do seu ambiente. De maneira geral, claro, é preciso que as plantas escolhidas sejam dispostas de um modo que consigam sobreviver no ambiente verticalizado, com os cuidados corretos”.

Para fazer um jardim vertical você pode usar suportes como pallets, caixotes de feiras, pequenos vasinhos pendurados no teto ou então uma estrutura de ferro, do tipo treliça. Aí então, vai da sua criatividade dispor as plantas que deseja, fazendo uma verdadeira parede verde. Vale lembrar que cada plantinha possui características específicas.

“Antes de sair comprando mudas para o plantio, é importante ter um profissional ao lado para verificar o que o seu espaço em questão oferece para criar um ambiente perfeito para elas. As Samambaias e as Bromélias, por exemplo, precisam de pouca luz e vivem bem à sombra, diferente do Guaimbê, Aspargos e Russélias que precisam de muita luz”, afirma Cady.

O importante em se ter um jardim vertical é deixá-lo de forma mais natural possível, pois as flores vão mudando de acordo com as estações do ano.

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