Conecte com a gente

Saúde

Especialista alerta para os cuidados que os ‘atletas do verão’ precisam ter

Publicado

em

O final do ano está chegando e com ele, o verão. Praia, sunga, biquíni e corpos expostos marcam os meses que seguem e, com toda essa ebulição, tem muita gente que, quando percebe que falta pouco mais de um mês para as festas de fim de ano e férias, decidem correr para as academias para tentar colocar em prática o famoso “Projeto Verão”. Tanto que o Brasil já se tornou o segundo maior mercado de academia do mundo, segundo a ACAD (Associação Brasileira de Academias).

As matrículas crescem cerca de 30% no início do verão e esse índice sobe para até 45% se forem consideradas as adesões realizadas apenas na alta temporada. Mas antes de pensar em exibir apenas um corpo que parece saudável, o mais importante é pensar na saúde e aí fica o alerta. Para o Diretor Técnico na Rede Alpha Fitness, Igor Castro, frequentar uma academia traz motivação e bem estar, o que ele considera mais importante do que a busca por um corpo esculpido.

É importante que a pessoa fique atenta a problemas como lesões de ligamentos e cardíacas, que podem surgir em quem está há algum tempo sem praticar esportes. “É prudente que as pessoas saibam que a prática incorreta ou excessiva de exercícios é tão prejudicial à saúde quanto o sedentarismo”, revela Igor. O ideal é que a pessoa não queira fazer tudo em um dia só na intenção de tirar o atraso do tempo parado e sim iniciar as atividades de maneira moderada.

Começar devagar, com caminhadas de 20 a 30 minutos nos primeiros dias, pois assim não há sobrecarga. “Começar uma atividade física a qualquer tempo traz benefícios para a saúde, porém é a rotina de exercícios que trará reais ganhos. Procure algo que você realmente goste para que seja algo prazeroso e assim a atividade física será um hábito na sua vida”, conta Igor. Além disso, é importante que se ache o ponto de equilíbrio em relação ao volume e à intensidade dos treinos. Ou seja, as atividades devem ser realizadas de maneira gradual, aumentando o ritmo com o passar do tempo. “Vale lembrar, ainda, que os exercícios devem estar aliados a um equilíbrio nutricional”, finaliza o profissional.

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Fisioterapeuta recomenda alogamento após atividade física de resistência

Publicado

em

Muitas pessoas ainda se perguntam se o alongamento é benéfico e quando que ele deve ser realizado, antes ou depois do exercício. Mateus Martinez, Diretor de Fisioterapia da Pés Sem Dor tem uma resposta para essa pergunta: alongue depois.

O alongamento não previne lesões, e pode gerar um efeito negativo quando realizado antes de atividades físicas que demandam força e potência. E, quando realizado previamente em um curto período de tempo (minutos ou até horas antes do exercício), pode prejudicar o desempenho, gerando um alongamento das fibras musculares, fazendo com que os músculos fiquem esticados. Isso resulta em perda de força e potência, como se fosse um relaxamento muscular.

Existem algumas boas maneiras para se fazer o alongamento, devendo ocorrer preferencialmente depois da atividade física, todos os dias, permanecendo em posição por pelo menos um minuto. É importante também focar em grupos musculares grandes e relacionados com a atividade física que será realizada. Se for fazer corrida, focar nas coxas e pernas, etc. Evitar a dor articular durante o alongamento também é importante, pois isso indica que ele está sendo realizado de maneira correta.

“Você pode usar e abusar do alongamento, contanto que ele seja feito preferencialmente depois da atividade física ou em algum outro momento do dia. Isso vai trazer um efeito relaxante no músculo e ainda ajuda a diminuir a dor muscular tardia relacionada ao exercício. Para antes do exercício, é orientado que se faça apenas o que chamamos de aquecimento, que nada mais é do que uma atividade dinâmica, de movimento, em uma intensidade mais leve que a do exercício que será praticado”, explica Martinez.

Continue Lendo

Saúde

Fisioterapeuta Renata Maia promove o Verão sem Canga no Rio Vermelho

Publicado

em

Saúde, atividade física, auto-estima, qualidade de vida, natureza, música e verão. Vem aí a terceira edição do projeto ‘Verão sem Canga’. O evento idealizado pela fisioterapeuta dermato funcional Renata Maia do Centro de Saúde e Estética Renata Maia será realizado neste sábado, 7, no Rio Vermelho a partir das 6h30 da manhã reunindo cerca de 100 pessoas.

O encontro tem como proposta reunir um grupo de pessoas para uma caminhada da clínica que está localizada no Largo de Santana até a Praia da Paciência. Após a chegada na Praia, os participantes terão aula de crossfit e depois retornarão ao Centro para um café-da-manhã todo especial preparado com frutas e doces fitness e ainda com a animação do DJ Felipe Senna.

Qualquer pessoa que não seja paciente da clínica pode participar também do evento comprando a camisa. As vendas estão sendo realizadas nas unidades do Rio Vermelho e na do Caminho das Árvores (Spaço Renata Maia) por R$ 60 (individual) e R$ 100 (casadinha) e ganha um Detox Iônico dos pés. “O Verão sem Canga é uma abertura do verão, uma iniciativa a saúde. Promovemos uma vez ao ano com a proposta de desenvolver atividade física reunindo as pessoas. É um dia de encontro, de descontração, de motivação e a tudo que integra a saúde”, comenta Renata Maia.

Continue Lendo

Saúde

Dermatologista Juliana Chieppe alerta para o câncer de pele no Dezembro Laranja

Publicado

em

Tipo de câncer mais comum entre os brasileiros, o câncer de pele acomete cerca de 30% dos casos de tumores malignos no país, segundo o instituto Nacional do Câncer (INCA). Com aproximadamente 176 mil casos identificados por ano, o avanço da doença teve uma pequena redução entre 2018 e 2019, atingindo a marca de 165 mil casos catalogados.

Embora ainda pequena, essa mudança é resultado de uma série de ações que buscam conscientizar a população sobre a doença, a exemplo, do Dezembro Laranja, iniciativa criada em 2014 pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que em 2019 completa 5 anos de luta na prevenção e no diagnóstico do tumor.

Este ano a campanha ganha destaque no dia 7 de dezembro, quando 130 postos realizarão exames gratuitos. “É importante alertar para o diagnóstico e tratamento precoces, pois isso aumenta as chances de cura na maioria dos casos”, alerta a dermatologista Juliana Chieppe, membro da SBD.

“A melhor forma de evitar a doença é a prevenção. Além das medidas fotoprotetoras, como o uso do protetor solar, chapéus, óculos de sol e roupas com proteção UV, é importante ir ao dermatologista examinar pintas e sinais uma vez por ano”, recomenda a profissional.

Tipos de pele

Sobre a parcela da sociedade mais afetada pela doença, a Dra. Juliana aponta que há um predomínio nos casos relacionados ao sexo masculino, com idade avançada – acima dos 60 anos, e de pele muito clara. Em contrapartida, há um tipo específico de melanoma (acral, relacionado às extremidades), que é mais comum em pacientes negros.

“Os tipos mais comuns de câncer de pele são o carcinoma basocelular e o espinocelular; ambos apresentam altos percentuais de cura. Já o melanoma é o mais agressivo e potencialmente fatal. No entanto, quando descoberto no início, tem mais de 90% de chance de cura”, explica a profissional, que é sócia da clínica de dermatologia Sá e Chieppe, onde realiza seus atendimentos.

Mitos e verdades

Quando se trata de mitos referente à doença, Dra. Juliana ainda recomenda se atentar às crenças populares sobre o câncer de pele, que nem sempre refletem a realidade. “As pessoas creem que só se expor ao sol já é o suficiente para adquirir câncer. Realmente, as áreas mais afetadas são as mais expostas à luz solar, mas outras áreas como pés, entre os dedos, unhas, boca, vulva, ânus, vagina e pênis também podem ser afetadas pela neoplasia de pele”, destaca.

“Outras pessoas acreditam que qualquer mancha que aparece na pele é automaticamente câncer, mas nem toda pinta escura é perigosa. Há também quem diga que a doença só surge a partir de um sinal, sendo que o carcinoma basocelular, tipo câncer de pele mais comum, por exemplo, não surge de sinais prévios”, complementa a Dra.

“O carcinoma basocelular não dá metástases, enquanto o espinocelular e o melanoma realmente podem se espalhar para outros órgãos, mas uma rotina regrada com um dermatologista pode facilmente indicar a doença e tratá-la com antecedência. A melhor forma de evitar a doença é a prevenção, nós conhecemos a origem da doença – que é a exposição excessiva ao sol – por isso, a conscientização é tão necessária”, finaliza.

Continue Lendo

Mais lidas