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Cinema

Doação de órgãos é tema do filme nacional “Bate Coração”

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O Brasil é destaque quando o assunto é a realização de transplantes, sendo que na Bahia foram feitos 601 no primeiro semestre deste ano. Este número representa um aumento de 13,39% quando comparado ao mesmo período de 2018. Para aproximar a discussão dos brasileiros, uma obra de ficção será lançada nesta semana.

“Bate Coração” estará disponível nas salas de cinema a partir desta quinta-feira (07) e traz a discussão sobre doação de órgãos de uma maneira leve, mas sem deixar de dar a devida importância ao tema. Durante a trama, Sandro (André Bankoff) é um homem conquistador e preconceituoso, acostumado a uma vida de luxo, que sofre um ataque cardíaco. Durante esse processo, ele precisa urgentemente de um coração novo, e recebe o transplante da travesti Isadora (Aramis Trindade).

Grande parte do filme foi gravada na unidade do Hapvida Saúde em Fortaleza, Hospital Eugênia Pinheiro. Para Anderson Nascimento, superintendente nacional da Rede Própria do Hapvida, apoiador da ação do Dia Nacional do Doador de Órgãos e patrocinador oficial do filme, “os transplantes, além de salvar vidas, são recomeços, novos ciclos e oportunidades, e isso está no filme Bate Coração, que traz essa temática de forma leve e descontraída. Faz parte da missão do Hapvida cuidar do bem mais precioso que as pessoas têm: a vida. A operadora, que já é referência em transplantes, tem como um dos pilares o acolhimento e acredita que essa prática é fundamental para valorizar e dar mais qualidade de vida às pessoas”.

Bate Coração tem classificação de 12 anos, foi dirigido por Glauber Filho e traz no elenco Aramis Trindade, André Bankoff, Heloísa Jorge.

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Cinema

Estrelada por Renée Zellweger, cinebiografia de Judy Garland ganha primeiro trailer

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A vencedora do Oscar Renée Zellweger (por “Cold Mountain”) está irreconhecível no papel de Judy Garland, a multitalentosa artista considerada uma das principais estrelas da “Era de Ouro” de Hollywood. No emotivo trailer de “Judy”, ao som de “Somewhere Over the Rainbow“, a atriz revive nas telonas o dia a dia de Garland sob os holofotes, seus relacionamentos amorosos e a sofrida separação dos filhos, para sua importante viagem a Londres, em 1968.

Com estreia nacional agendada para 16 de janeiro e distribuição Paris Filmes, a produção já desponta em conversas sobre prêmios, incluindo uma possível indicação ao Oscar 2020. Dirigido por Rupert Goold e adaptado da peça teatral “End of the Rainbow” de Peter Quilter, o filme transcorre durante o último ano de Judy antes de sua morte, aos 47 anos, e traz flashes da rígida adolescência da artista. Com problemas financeiros e sofrendo com os recentes divórcios, a artista embarca em uma turnê de shows em Londres, durante o inverno de 1968.

Além de Renée Zellweger, intérprete de Judy Garland, o longa traz Bella Ramsey como sua filha, Lorna Luft, e Rufus Sewell como pai de Lorna. Michael Gambon é Bernard Delfont, o empresário por trás da turnê; Finn Wittrock dá vida a Mickey Deans, o quinto e último marido de Garland.

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Cinema

Crítica: “As Panteras”

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O trio de espiãs ganha mais uma nova versão no cinema, após terem sido interpretadas por Cameron Diaz, Lucy Liu e Drew Barrymore em dois filmes no início dos anos 2000 em duas adaptações da famosa série dos anos 70. Agora, três jovens atrizes assumem os papéis dos “anjos de Charlie” e tentam revitalizar a franquia com “As Panteras”, que já está em cartaz nos cinemas.

Sabina Wilson (Kristen Stewart), Jane Kano (Ella Balinska) e Elena Houghlin (Naomi Scott, a Janine de “Aladdin”) precisam impedir que um novo programa de energia se torne uma ameaça para humanidade. Para isso, vão viajar o mundo (creio que foi o filme no qual os protagonistas mais viajaram, chega uma hora que a gente até se perde) para enfrentar os inimigos.

Dirigido e escrito por Elizabeth Banks, que interpreta a chefe Bosley, essa nova versão de “As Panteras” já nos surpreende ao começar mostrando a paisagem do Rio de Janeiro à noite, com uma música de Anitta dando o tom da aventura.

Apesar das ótimas atuações de Kristen (que claramente é a que mais se diverte), Ella e Naomi, as personagens não têm carisma, algo que sobrava nas versões anteriores. O ator Patrick Stewart (o eterno Charlie Xavier) é completamente desperdiçado e me faz lembrar que até os grandes atores precisam entrar em algumas roubadas já que os boletos chegam todo mês.

Elizabeth Banks se saiu pior ainda como roteirista. Os diálogos são sofríveis, apesar de algumas bem-vindas sacadas ironizando o machismo que ainda persiste na nossa sociedade. A trama é previsível e megalomaníaca, com a empresa Townsend sendo praticamente uma multinacional de agentes secretas por todo o mundo, criando um universo que pode ser explorado em outros filmes e, pior, se levando a sério demais.

Se o filme ainda tivesse muitas cenas de ação espetaculares, a trama poderia até ficar em segundo plano, mas não há nenhum momento memorável do filme, sendo completamente esquecido após algumas horas de sua projeção.

Ainda não foi dessa vez que “As Panteras” teve uma grande aventura nas telonas.

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Thriller psicológico “O Homem Invisível” ganha primeiro trailer

O filme chega aos cinemas brasileiros em 27 de fevereiro de 2020.

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O thriller psicológico “O Homem Invisível” (The Invisible Man) – lançamento da Universal Pictures com produção da Blumhouse -, acaba de ganhar seu primeiro trailer e cartaz.

Com base no clássico livro homônimo, de H.G. Wells, e no filme lançado pela Universal em 1933, a produção acompanha a vida de Cecília (Elisabeth Moss) após a misteriosa morte de seu namorado Adrian – com quem vivia um relacionamento abusivo. Moss descobre que ele lhe deixou uma herança milionária, mas com algumas estranhas condições.

Com direção e roteiro de Leigh Whannell (Sobrenatural: A Última Chave), “O Homem Invisível” é produzido por Jason Blum, da Blumhouse (Nós; Fragmentado; Halloween) e Kyle du Fresne. Os atores Storm Reid (Euphoria; 12 Anos de Escravidão) e Oliver Jackson-Cohen (A Maldição da Residência Hill) também estão no elenco. O filme chega aos cinemas brasileiros em 27 de fevereiro de 2020.

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