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Cinema

Primeiro show de Roberto Carlos em 3D chega aos cinemas em dezembro

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O show de especial de final de ano de Roberto Carlos em dezembro já é uma tradição nacional. O cinema também não é novidade para o cantor, que lotava as salas de exibição com seus filmes nos anos 1960 e 1970. Agora, Roberto Carlos, que está comemorando 60 anos de carreira, reúne as duas experiências e lança nos cinemas, no dia 2 de dezembro, seu primeiro show filmado em 3D.

A pré-venda para o “Roberto Carlos em Jerusalém 3D”, lançado pela H2O Films e Globo Filmes, com realização da RC e DC SET, começa no próximo dia 31 de outubro, através do site ingresso.com. Estão confirmadas apresentações nos dias 2, 6, 7 e 8 de dezembro, em várias salas do país.

Com direção de Jayme Monjardim, o show foi gravado na Terra Santa, em um palco de mais de mil metros quadrados no Sultan´s Poll (Piscina do Sultão), próximo ao Monte Sião, junto às muralhas da Cidade Velha de Jerusalém, e emocionou uma plateia de 5.500 pessoas. A apresentação fez parte, em 2011, do Projeto “Emoções Jerusalém”, criado pelo cantor e pela produtora DC Set para aliar entretenimento e turismo.

“Dirigir Roberto Carlos foi a coisa mais importante na linha de shows que já fiz até hoje. Realmente foi um momento único. A gente se preparou vários meses para imaginar o que seria um show do Roberto em Jerusalém. Envolvia uma terra diferente, com sentimentos diferentes, com emoções diferentes. O cenário veio da Jordânia, e como não se via Jerusalém de onde o palco estava, decidimos recriar a cidade atrás do Roberto, justamente para poder ter essa sensação de estarmos lá.

E, agora, levar esse trabalho para o cinema, e especialmente em 3D, é uma emoção que se renova. Jerusalém já passa essa ideia de profundidade, e o cinema 3D te permite esse olhar profundo, essa sensação de distanciamento entre um ângulo e outro. Poder sentir essa emoção de ser transportado para Jerusalém, escutando Roberto e suas músicas incríveis, é um presente para o nosso fim de ano”, conta Jayme Monjardim .

Narrado pela jornalista Glória Maria, o filme traz o registro da grande noite, com a apresentação de clássicos como “Além do horizonte”, “Como é grande o meu amor por você”, “Jesus Cristo”, e surpresas como as músicas “Detalhes”, cantada em quatro idiomas – português, espanhol, inglês e italiano -, e “Jerusalém toda de ouro” (Yerushalaim shel zarav), interpretada em hebraico, com o apoio de um coral de 30 brasileiros que vivem em Israel.

Com produção musical de Guto Graça Mello, a apresentação mobilizou cerca de 500 profissionais de várias partes do mundo durante dois meses de ensaios. Além de sua orquestra de 17 músicos, regida pelo maestro Eduardo Lages, Roberto Carlos foi acompanhado de mais 12 músicos israelenses nos instrumentos de cordas.

Há cenas também da viagem de Roberto Carlos à Terra Santa, incluindo sua passagem por locais históricos como a Basílica do Santo Sepulcro, o Jardim das Oliveiras, o Sítio Arqueológico Ha´Ofel, o Muro das Lamentações e o Monastério de São Jorge.

Jornalista que escreve sobre cultura, cinema, viagem e tecnologia no Bahia Social Vip. Contato: brunoporciuncula@gmail.com

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Cinema

Estrelada por Renée Zellweger, cinebiografia de Judy Garland ganha primeiro trailer

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A vencedora do Oscar Renée Zellweger (por “Cold Mountain”) está irreconhecível no papel de Judy Garland, a multitalentosa artista considerada uma das principais estrelas da “Era de Ouro” de Hollywood. No emotivo trailer de “Judy”, ao som de “Somewhere Over the Rainbow“, a atriz revive nas telonas o dia a dia de Garland sob os holofotes, seus relacionamentos amorosos e a sofrida separação dos filhos, para sua importante viagem a Londres, em 1968.

Com estreia nacional agendada para 16 de janeiro e distribuição Paris Filmes, a produção já desponta em conversas sobre prêmios, incluindo uma possível indicação ao Oscar 2020. Dirigido por Rupert Goold e adaptado da peça teatral “End of the Rainbow” de Peter Quilter, o filme transcorre durante o último ano de Judy antes de sua morte, aos 47 anos, e traz flashes da rígida adolescência da artista. Com problemas financeiros e sofrendo com os recentes divórcios, a artista embarca em uma turnê de shows em Londres, durante o inverno de 1968.

Além de Renée Zellweger, intérprete de Judy Garland, o longa traz Bella Ramsey como sua filha, Lorna Luft, e Rufus Sewell como pai de Lorna. Michael Gambon é Bernard Delfont, o empresário por trás da turnê; Finn Wittrock dá vida a Mickey Deans, o quinto e último marido de Garland.

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Cinema

Crítica: “As Panteras”

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O trio de espiãs ganha mais uma nova versão no cinema, após terem sido interpretadas por Cameron Diaz, Lucy Liu e Drew Barrymore em dois filmes no início dos anos 2000 em duas adaptações da famosa série dos anos 70. Agora, três jovens atrizes assumem os papéis dos “anjos de Charlie” e tentam revitalizar a franquia com “As Panteras”, que já está em cartaz nos cinemas.

Sabina Wilson (Kristen Stewart), Jane Kano (Ella Balinska) e Elena Houghlin (Naomi Scott, a Janine de “Aladdin”) precisam impedir que um novo programa de energia se torne uma ameaça para humanidade. Para isso, vão viajar o mundo (creio que foi o filme no qual os protagonistas mais viajaram, chega uma hora que a gente até se perde) para enfrentar os inimigos.

Dirigido e escrito por Elizabeth Banks, que interpreta a chefe Bosley, essa nova versão de “As Panteras” já nos surpreende ao começar mostrando a paisagem do Rio de Janeiro à noite, com uma música de Anitta dando o tom da aventura.

Apesar das ótimas atuações de Kristen (que claramente é a que mais se diverte), Ella e Naomi, as personagens não têm carisma, algo que sobrava nas versões anteriores. O ator Patrick Stewart (o eterno Charlie Xavier) é completamente desperdiçado e me faz lembrar que até os grandes atores precisam entrar em algumas roubadas já que os boletos chegam todo mês.

Elizabeth Banks se saiu pior ainda como roteirista. Os diálogos são sofríveis, apesar de algumas bem-vindas sacadas ironizando o machismo que ainda persiste na nossa sociedade. A trama é previsível e megalomaníaca, com a empresa Townsend sendo praticamente uma multinacional de agentes secretas por todo o mundo, criando um universo que pode ser explorado em outros filmes e, pior, se levando a sério demais.

Se o filme ainda tivesse muitas cenas de ação espetaculares, a trama poderia até ficar em segundo plano, mas não há nenhum momento memorável do filme, sendo completamente esquecido após algumas horas de sua projeção.

Ainda não foi dessa vez que “As Panteras” teve uma grande aventura nas telonas.

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Thriller psicológico “O Homem Invisível” ganha primeiro trailer

O filme chega aos cinemas brasileiros em 27 de fevereiro de 2020.

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O thriller psicológico “O Homem Invisível” (The Invisible Man) – lançamento da Universal Pictures com produção da Blumhouse -, acaba de ganhar seu primeiro trailer e cartaz.

Com base no clássico livro homônimo, de H.G. Wells, e no filme lançado pela Universal em 1933, a produção acompanha a vida de Cecília (Elisabeth Moss) após a misteriosa morte de seu namorado Adrian – com quem vivia um relacionamento abusivo. Moss descobre que ele lhe deixou uma herança milionária, mas com algumas estranhas condições.

Com direção e roteiro de Leigh Whannell (Sobrenatural: A Última Chave), “O Homem Invisível” é produzido por Jason Blum, da Blumhouse (Nós; Fragmentado; Halloween) e Kyle du Fresne. Os atores Storm Reid (Euphoria; 12 Anos de Escravidão) e Oliver Jackson-Cohen (A Maldição da Residência Hill) também estão no elenco. O filme chega aos cinemas brasileiros em 27 de fevereiro de 2020.

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