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Saúde

Vanessa Castro esclarece sobre cirurgia ortognática

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Existem alguns indivíduos que além de apresentar alterações no posicionamento e alinhamento dos dentes, também apresentam problemas estruturais do crescimento dos ossos da face e por isto, muitas vezes, o tratamento com aparelho ortodôntico não é eficaz para solucionar problemas de mastigação, fonação, respiração e oclusão.

Existem alterações genéticas que levam a uma alteração no posicionamento dos ossos da face, gerando problemas funcionais importantes, como respiração bucal, má-oclusões severas e que podem necessitar da cirurgia ortognática para sua correção. Esta intervenção acaba gerando receio em algumas pessoas que tem indicação de realizar, por ser uma cirurgia hospitalar, sob anestesia geral.

Mas é importante comentar que as técnicas atuais promovem um pós-operatório mais confortável ao paciente, resultando na melhora da estética facial e nas funções mastigatórias e respiratórias. A cirurgiã BucoMaxilo, Dra. Vanessa Castro, com 25 anos de experiência em cirurgia ortognática, esclarece alguns pontos aqui. Confira:

O que é a Cirurgia ortognática?

Cirurgia ortognática é aquela indicada para correção de deformidades dentofaciais congênitas de magnitude moderada e severa, onde não existe equilíbrio funcional, ou seja, correção do posicionamento dos maxilares na face, objetivando uma adequada proporção das arcadas dentárias, restabelecendo a função respiratória, mastigatória e alcançando uma boa harmonia facial.

Quais são os benefícios desse processo?

A indicação tem caráter funcional, a fim de equilibrar as funções respiratórias, mastigatórias e fonatórias do indivíduo, melhorando sua qualidade funcional de vida e deixando suas proporções faciais mais harmoniosas.

Quem é o profissional que normalmente realiza a cirurgia ortognática?

A cirurgia é realizada pelo cirurgião bucomaxilofacial, graduado em Odontologia.

Para quem está indicada a cirurgia? A partir de qual idade

Não existe idade para realizar o procedimento, mas normalmente, a partir do final do crescimento ósseo, por volta de 15 a 16 anos, a cirurgia já estaria indicada.

Como é realizado o procedimento cirúrgico? E o pós-operatório?

O procedimento é realizado em ambiente hospitalar, sob anestesia geral, com duração média de 3 a 6 horas e o pós-operatório é lento e progressivo, o paciente retorna às suas atividades normalmente em 3 a 4 semanas, havendo acomodação das estruturas de tecido mole até 12 meses. O paciente inicia o tratamento geralmente com a ortodontia, posicionando os dentes centralizados em suas bases ósseas, e o planejamento deve ser realizado sempre em conjunto entre o cirurgião e o ortodontista, para o melhor resultado do tratamento.

Como é realizada a sequência do tratamento?

O paciente que apresenta desconforto para mastigar ou respirar, ronco, dores em face, deve procurar um profissional e avaliar como estão suas funções e relação com a genética dos maxilares, a fim de equilibrar a parte funcional e estética, melhorando seu padrão funcional.

Existe alguma dica para quem vai realizar esse tratamento?

A dica é procurar um especialista na área de ortodontia ou cirurgia bucomaxilofacial, para investigar a necessidade do tratamento, ter esclarecimento sobre vantagens, riscos e resultados a longo prazo, assim como, saber o quanto o paciente deseja sua correção.

O procedimento traz benefícios para a saúde ou só estética?

O caráter da cirurgia é sempre funcional. A estética é um presente do resultado alcançado, visto a harmonia facial alcançada, através do correto posicionamento das estruturas ósseas, que normaliza os padrões funcionais de respiração e mastigação.

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Saúde

Praticar algum tipo de atividade física melhora a qualidade do sono

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Muita gente não sabe, mas dormir bem e praticar exercícios físicos são contextos complementares. Acordar pela manhã com a sensação de que não descansou, sentindo o corpo pesado, o excesso de responsabilidades no trabalho, escola ou faculdade. Tudo isso ocasiona problemas com as funções que exigem concentração, memória e, consequentemente, produtividade. Por conta disso, é que a falta de exercícios – também denominada sedentarismo – só piora esse quadro. A atividade física melhora o sono e dormir bem também favorece a prática de exercícios.

O exercício, se realizado de forma constante, libera hormônios que são benéficos contra a depressão, aumentam em 37% ou mais o período de sono das pessoas, emagrece e proporciona uma sensação de prazer. E quando uma pessoa dorme cerca de 7 a 8 horas por noite, melhora os efeitos do exercício físico, já que o metabolismo funciona melhor. Com isso, pode perder mais gordura e ter mais precisão nos movimentos que faz durante a atividade. O contrário também pode acontecer. Quem faz atividade física, na medida certa e no horário certo, pode ter também melhora em alguns aspectos que influenciam na qualidade do sono, como a insônia e a síndrome das pernas inquietas.

Segundo Igor Castro, Diretor Técnico na Rede Alpha Fitness, a quantidade de serotonina que o corpo libera é maior pela manhã e ao longo do dia. O hormônio está envolvido em funções vitais do corpo, além de regular o humor e o sono. Por isso, o exercício durante o dia aumenta a produção dessa substância, que tem um efeito anti-estresse, e à noite se transforma em melatonina, para que o indivíduo tenha uma ótima noite de sono. “Quem pratica atividade física dorme mais rápido, consegue relaxar, tem um sono mais profundo e de qualidade, se sente disposto, se concentra com maior facilidade e possui melhor rendimento”, explica Igor.

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Saúde

Desafio vertical acontece neste domingo no Mundo Plaza

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Para celebrar os 10 anos de marca na Bahia, a Track&Field realiza o primeiro Desafio Vertical do estado no próximo domingo, 10 de novembro. A última Track&Field Experience do ano acontecerá no Mundo Plaza, desafiando o cliente a subir 39 andares, somando 135 metros de altura. O desafio é inspirado na Empire State Run-Up de Nova Iorque, nos Estados Unidos. As últimas vagas podem ser preenchidas através de inscrição no site e app TFSports.

“Mais que uma marca, a Track&Field oferece um estilo de vida completo com experiências únicas, inovadoras e exclusivas, que estimulam o melhor desempenho do cliente. Não à toa, escolhemos um dos prédios mais altos e conhecidos de Salvador para testar os limites dos nossos atletas”, explica Matheus de Medeiros, franqueado da grife esportiva na Bahia.

A proposta da Track&Field Experience – Desafio Vertical não é estimular a competição entre os participantes, mas testar a resistência de cada um, num desafio particular. Para isso, alguns cuidados devem ser tomados, segundo o educador físico Adriano Moreira. “No dia anterior à prova, o atleta deve dormir cedo e fazer uma refeição leve, mas rica em carboidrato. A hidratação é um cuidado importante também, na véspera e no dia da prova”. Ele, que é Especialista em Ciclismo Indoor, habituado a provas de resistência, sugere que o atleta acorde pelo menos uma hora antes da prova, para fazer uma refeição com boa fonte de carboidrato.

Mesmo com todos os cuidados, a prova não deve ser fácil para ninguém. De acordo com Adriano, as maiores dificuldades serão relacionadas ao ritmo de prova. “Como é uma prova pioneira no Nordeste, muitas pessoas não estão adaptadas. É normal que fadiguem no meio do caminho, por conta da afobação e ansiedade. Tem que controlar essa ansiedade e manter um ritmo confortável”, orienta.

Para ele, imprimir um ritmo muito forte já no começo da prova pode causar fadiga periférica, que é o desconforto muscular dos membros inferiores. “Se precisar andar, ande. Se conseguir colocar um ritmo mais forte, coloque. O principal é manter o ritmo, para conseguir chegar até o final”, resume, reforçando que utilizar um calçado apropriado ao qual já se esteja acostumado e uma roupa leve são pontos importantes.

A prova será finalizada no heliponto do edifício, com a bela vista 360º da capital baiana. “Sem dúvida, celebraremos à altura a proposta da marca de sempre promover o esporte como parte essencial na vida dos baianos, através de produtos e experiências focados em qualidade, tecnologia e performance”, resume Matheus.

As inscrições custam R$ 139 e R$ 64,50 (atletas com mais de 60 anos). Serão 6 baterias de atletas, divididas das 6h30 às 9h. No site e app TFSports, o cliente tem acesso a todo o regulamento e demais informações.

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Saúde

Procedimentos estéticos e como eles podem melhorar a autoestima

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O Brasil é o 2º país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, sendo conhecido pela fartura no mercado de procedimentos estéticos, sem sinais aparentes de diminuição. Segundo dados da Sociedade brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), das 1,7 milhões de operações médicas ocorridas em 2018, 60% tiveram fins estéticos, um aumento de 25% se comparado a 2016.

Segundo Luciana Luz, fisioterapeuta e cosmetóloga, uma grande parcela deste número advém de pessoas insatisfeitas com as própria aparência, e que buscam o procedimento estético para melhorar a autoestima. “Pesquisas apontam que mais de 94% das mulheres adultas são insatisfeitas com alguma parte do seu rosto, sejam rugas, sinais, oleosidade, etc”, esclarece a estudiosa, especializada em Metodologia do Ensino Superior, Pesquisa e Extensão em Educação (UNEB).

A profissional aponta que, embora tradicionalmente associada à mulheres mais jovens, a insatisfação tem sido comum também em pessoas acima dos 60. “A cada dois anos, aumenta em média 1% de pessoas idosas insatisfeitas com sua pele, sendo que em 2018 foram 6,6%. Muitos idosos não enxergavam a intervenção estética como opção, mas em ordem de se sentir melhor consigo mesmo, essa tem se tornado uma opção para muitos deles, elucida a fisioterapeuta.

Luciana trabalha com peeling químico, técnica de renovação cutânea eficaz contra manchas e rugas, contribuindo para o rejuvenescimento facial. “O tratamento de peeling químico é feito à base de ácidos, substâncias antioxidantes e clareadoras que previnem o surgimento de espinhas e cravos, melhoram a oleosidade da pele, aumentam a produção de colágeno e clareiam a pele. É uma alternativa interessante, pois, ao mesmo tempo, é possível renovar a pele do cliente, e deixá-lo confortável com a própria aparência”.

“Eu tinha um problema com excesso de sebo nas glândulas da pele, fazendo meu rosto ser cheio de cravos, o que me chateava profundamente. Depois que fiz o tratamento com peeling, meus poros esvaziaram e os cravos diminuíram, o que afetou muito minha autoestima, me fez ter menos vergonha da minha pele” conta [nome], [profissão], que foi atendida pela fisioterapeuta Luciana Luz.

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