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Shabby Chic é decoração atual e sustentável

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Shabby chic (“chique gasto”, “chique surrado”) é um estilo de decoração criado nos anos 70 pela decoradora Rachel Ashwell. A inspiração veio no viver das residências rurais inglesas e francesas.

Naquela época, era comum garimpar seus móveis em feiras ou mesmo confeccioná-los. Na verdade, um mix de estilos onde objetos antigos eram reutilizados, restaurados e repaginados.

Vários elementos fazem parte desse estilo. São peças antigas e atuais em plena harmonia. Estofados, colchas e cortinas com tecidos leves em algodão ou linho com estampas florais e xadrezes miúdos delicados e femininos. Cores leves, como verde celadon, rosa millenium, azul bebê e muito, muito branco chamados de “candy colors”.

Quadros, velas, porta-retratos com fotos lembranças de família, espelhos na parede de diversos tamanhos e escadas no lugar de estantes, em um estilo “self-made”, tornando a casa um ambiente confortável e aconchegante.

Um espaço para ser usado mesmo! Criando um clima gostoso para se viver. A nossa casa contando a nossa história. Nada mais atual esse pensamento sustentável que tanto temos ouvido por aí. Acredite.

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1 Comentário

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  1. Vera Silva

    25 de junho de 2019 em 13:25

    Gosto muito do artigo do seu site. Estarei acompanhando sempre.Grata!!!

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Maria Antonieta, eu e a estampa Toile de Jouy…

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Sou apaixonada MESMO pela estampa TOILE DE JOUY. Quando chegamos na França, só pensava em visitar a pequena cidade de Jouy en Josas, no interior. Estávamos em Paris, pegamos um trem e descemos em Versalhes onde fica o famoso Palácio.

Pegamos outro trem que nos levou à um lugar que mais parecia um cartão postal: JOUY EN JOSAS! Que paisagem bucólica. Cercada de bosques, fomos caminhando encantados, quando então vimos a placa MUSÈE OBERKAMPF! Fundado em 1760 com a finalidade de estampar, em tecidos de algodão, cenas campestres, pueris e infantis que remetiam ao  cotidiano francês.

Com o passar do tempo, surgiram  desenhos patrióticos e também da fauna e flora regionais. No início, usavam a técnica com carimbos de madeira, de forma artesanal. Através da nova direção do engenheiro Oberkampk, a fábrica começou a usar cilindros de cobre. Chegou a receber o premio Manufacture Royale das mãos de Napoleão Bonaparte.

Hoje, num belíssimo palacete se encontra a história dessa estampa que chegou para ficar. Maria Antonieta foi uma das maiores divulgadoras e apaixonadas por TOILE DE JOUY, pois ordenou que em todas as paredes e cortinas do palácio fossem retradas cenas do cotidiano da vida da realeza.

Essa estampa virou febre na aristocracia francesa. Apesar do estilo clássico provençal, Toile de Jouy valoriza a decoração de suites de casal, quartos infantis, casas de chá e lojas femininas, podendo ser mesclado com listras finas e xadrezes miúdos. Não tem erro. Elegante e atemporal.

Inspiração também para estilistas como Roberto Cavalli, Christian Dior e outros. Vale a pena apostar nessa ideia. Acredite!

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Azulejo português, “ora pois”

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Apesar do nome azulejo português, a estampa surgiu há cerca de 5 mil A.C., no Egito. Na época da invasão moura, os árabes levaram a técnica para a Espanha, na região da Península Ibérica, daí chegou em Portugal.

Marca registrada da cultura portuguesa nas suas colônias, incluindo o Brasil, desde o século XVI . Além das características conhecidas, esse revestimento era muito usado na arquitetura devido ao baixo custo, como também refletia bastante luz.

Usado em muitos países, mas foi em Portugal que se destacou a arte ao longo dos séculos. Suas estampas contavam a história do povo e suas características, sua cultura… Cultura essa considerada uma das maiores expressões artísticas portuguesas.

Por onde se passa na terra lusitana pode se ver paredes de prédios governamentais, residenciais e monumentos cobertos com esses azulejos. Visitando o Museu Nacional do Azulejo em Lisboa e Sintra, pude constatar esse orgulho. Aliás, é visita obrigatória sem dúvida.

Na década de 50, ressurgiu na decoração e em outros produtos como cerâmica, louça e Tecidos, tanto na Moda, como na Decoração.

Como ambos os seguimentos andam juntos na mesma direção, seguem alguns exemplos para inspiração de como usar esse desenho. A Estampa  Azulejo Português é elegante. Acredite!

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Estilo Boho é uma mistura que dá certo

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Vários estilos num estilo só. Surgiu na Europa e teve forte inspiração no boêmio francês também chamado ¨Bohemian Chic¨na década de 20 mas só na década de 70 juntou a Arte com a Moda.

Significava que levavam a vida do jeito informal assim como os artistas. É estilo mais democrático que existe. É a representação fiel do ¨modus vivendi¨ de uma família.

Cada detalhe da casa o jeito de quem lá vive. São quadros, móveis, objetos que fazem lembrar momentos agradáveis, um presente, uma viagem inesquecível.

Busca o conforto apesar de que é uma mistura de estilos, mistura o novo com o retrô, criando um mix de informações sem perder o aconchego. O Tecido tem um papel muito importante! É o forte da decoração! São cortinas, mantas, tapetes ,almofadas, almofadões usando estampas nada geométricas.

Bastante floral, motivos étnicos. Cor, muita cor. São Texturas que se misturam com Tramas com Fibras. Lá, palha, couro, veludo, lona. No final dá tudo certo. A natureza está presente nas plantas, paredes coloridas…

Emoção à flor da pele. Isso não significa que a casa seja toda assim. Você pode escolher um ou dois ambientes e lançar essa ideia.

Na casa de veraneio ou na serra estilo BOHO já pensou? Que gostoso e confortável. Na moda, é despojado sem perder a elegância e o ¨savoir-fair”. Acredite!

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