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Crítica: “Cemitério Maldito”

Cinema

Crítica: “Cemitério Maldito”

Jason Clarke as Louis in PET SEMATARY, from Paramount Pictures.

“Cemitério Maldito” é mais uma adaptação de uma obra de Stephen King. Aliás, mais uma versão, já que houve um filme em 1989. Com a onda de remakes e o terror em alta – e o sucesso de “It”, também de King – nada mais previsível do que uma nova revisão dessa história. O resultado é um filme mais longo do que parece e com poucos sustos.

A simpática família Creed se muda da cidade grande para o interior dos Estados Unidos, mais precisamente para uma casa que fica próximo a um cemitério de animais, e um outro cemitério mais misterioso, onde os corpos enterrados lá ganham vida.

Após a morte do gato de estimação, Louis o enterra lá e o bichano retorna, porém, com um ar diabólico. Quando uma pessoa da família morre, Louis não pensa duas vezes e comete o mesmo erro.

Apesar da sinopse parecer promissora, o resultado é frustrante. A começar pelo roteiro, adaptado pela dupla Matt Greenberg e Jeff Buhler, que se estende muito até chegar no acontecimento principal, que acontece na metade da projeção.

Para fazer o filme “render”, coloca uma subtrama da mãe da família, Rachel (Amy Seimetz), e sua irmã quando crianças, que provoca mais nojo do que sustos e nada acrescenta à história – e saiu da cabeça dos roteiristas, já que não existe esse arco na história original. Com isso, o ritmo do longa é prejudicado, fazendo com que sua 1h40 de projeção pareçam 2 horas.

Os diretores Kevin Kölsch e Dennis Widmyer conseguem dar um ar de terror ao drama, mas são prejudicados pelo roteiro, que poderia tratar o tema de não aceitação da morte de forma mais ágil.

O ponto alto é a atuação da pequena Jeté Laurence, a Ellie Creed, filha do casal. Já Jason Clarke, o pai da família, tem pouca expressão, atuando de forma canastrona em todas as cenas.

Com uma ideia promissora, “Cemitério Maldito” frustra por ser arrastado e com poucos sustos – algo prejudicial em um filme de terror.

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