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Cinema

“Mamma Mia – Lá Vamos Nós de Novo” tem cafonice, exagero… mas é maravilhoso

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Por Bruno Porciuncula (brunoporciuncula@gmail.com)

Partindo do pressuposto que você está lendo isso aqui, acredito que seja um apreciador de musicais – um gênero de nicho que, infelizmente, ainda é alvo de preconceitos. E “Mamma Mia – Lá Vamos Nós de Novo” é um ótimo exemplar de musicais que retorna à paradisíaca ilha grega 10 anos depois do original.

Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a reinaugurar o hotel de sua mãe Donna (Meryl Streep). Ela convida então seus três pais Harry (Colin Firth), Sam (Pierce Brosnan) e Bill (Stellan Skarsgard) e as eternas amigas da mãe, Rosie (Julie Walters) e Tanya (Christine Baranski), ao mesmo tempo em que precisa lidar com a distância do marido Sky (Dominic Cooper). Ao mesmo tempo, voltamos ao passado para relembrar as memórias da jovem Donna (a adorável Lily James) no final dos anos 70.

Quem tinha medo dessa sequência que, convenhamos, era dispensável, pode respirar aliviado. “Mamma Mia – Lá Vamos Nós de Novo” mantém a deliciosa atmosfera do original e encanta mesmo com sua cafonice e exagero. É um musical daqueles que a gente fica dias com as músicas e coreografias na cabeça (a de “Dancing Queen” é arrepiante, assim como o gran finale “Super Trouper”).

Os protagonistas que retornaram ao filme estão ainda mais à vontade e a adição de Lily James, Andy Garcia e Cher servem para abrilhantar ainda mais o musical. O diretor Ol Parker, em seu terceiro longa, faz um belo passeio e conta a história com fluidez, ainda mais quando muda a linha temporal entre presente e passado.

“Mamma Mia – Lá Vamos Nós de Novo” é leve e vai fazer todo mundo se encantar.

Nota: 8/10

Jornalista que escreve sobre cultura, cinema, viagem e tecnologia no Bahia Social Vip. Contato: brunoporciuncula@gmail.com

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Cinema

Crítica: “O Juízo”

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Os filmes de terror/suspense estão começando a ganhar mais destaque no cinema nacional. “O Juízo” é mais um exemplar de filme de gênero que chega aos cinemas, mas fica abaixo do esperado apesar de um bom elenco e de um ótimo diretor.

Na trama, Augusto Menezes (Felipe Camargo) se muda para uma fazenda isolada herdada do avô com a esposa Tereza (Carol Castro) e o filho Marinho (Joaquim Torres Waddington). Quando coisas estranhas começam a acontecer, Augusto passa a agir de um modo estranho, colocando todos em risco.

Com direção de Andrucha Waddington, que consegue manter o suspense e uma atmosfera claustrofóbica e aterrorizante, “O Juízo” peca com um roteiro frouxo escrito pela atriz e escritora Fernanda Torres, esposa de Andrucha e mãe do ator Joaquim. A introdução já nos mostra que os personagens que aparecem ao longo da trama não são “reais”, tirando muito do que poderia ser um filme interessante.

Felipe Camargo e Carol Castro se destacam no elenco que ainda tem Fernanda Montenegro – praticamente reprisando o papel da novela “O Outro Lado do Paraíso” – e o cantor Criolo, uma grata surpresa, com um olhar e sorriso assustadores – espero vê-lo em outros filmes.

Com a semelhança de uma versão tupiniquim de “O Iluminado”, “O Juízo” desperdiça o potencial e a atmosfera criada com uma trama frouxa e que não tem nada de assustadora.

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Cinema

Estrelado por Tom Hanks “Um Lindo Dia na Vizinhança” ganha trailer

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˜Um Lindo Dia na Vizinhança”, dirigido por Marielle Heller, e estrelado por Tom Hanks, ganha novo trailer. O filme também será exibido no Festival do Rio 2019 e tem a data de estreia confirmada no Brasil para 23 de janeiro de 2020. O filme está sendo considerado forte candidato à premiação.

Na trama, Tom Hanks é Fred Rogers em uma história atemporal sobre a gentileza triunfando sobre o cinismo, baseado na amizade real entre Fred Rogers e o jornalista Tom Junod. Depois que um entediado escritor de revista é escalado para fazer um perfil sobre Fred Rogers, ele supera sua incredulidade, aprendendo sobre gentileza, amor e perdão com o vizinho mais querido da América.

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Cinema

Inspirado no clássico de Jane Austen, “Emma” ganha trailer

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A Universal Pictures acaba de lançar o trailer de “Emma” (Emma) – adaptação do clássico moderno de Jane Austen, de 1815 – que agora tem a jovem Anya Taylor-Joy (A Bruxa; Fragmentado; Vidro) como protagonista.

Dirigida por Autumn de Wilde – a mente por trás de videoclipes aclamados das bandas Florence + the Machine e Beck -, a produção conta com o roteiro de Eleanor Catton e apresenta uma sátira sobre classes sociais e as dores do amadurecimento. A personagem Emma Woodhouse é bonita, inteliente e rica, quase uma abelha rainha inquieta sem rivais em sua pacata cidade. Nesta comédia, ela terá que se aventurar através de jogos equivocados e erros românticos para encontrar o amor.

O elenco traz, além de Anya Taylor-Joy, Bill Nighy (Questão de Tempo), Gemma Whelan, Josh O’Connor, Johnny Flynn, Mia Goth, Miranda Hart, Callum Turner, Rupert Graves, Amber Anderson, Tanya Reynolds e Connor Swindells. A produção é de Tim Bevan e Eric Fellner, da Working Title. O filme chega aos cinemas brasileiros em 23 de abril de 2020.

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